Não vou fazer um post novo. Vou atualizá-lo às 13h03mindeste 17.03.2025. O VEREADOR DIONÍSIO LUIZ BERTOLDI, PT, ACAVA DE SALVAR O PECOÇO DO DO PRESIDENTE DA CÂMARA, ALEXSANDRO BURNIER, PL. Dionísio protocolou uma indicação para que a Mesa da Câmara desista do VALE MARMITA aos 13 vereadores. Mais do que isso. Está protocolando uma Emenda supressiva para retirar do texto de reajuste do Vale Alimentos dos servidores da Câmara de R$750,00 para R$850,00, as três palavras que deram o que falar e colocaram a Câmara numa saia justa com a cidade: “..e agentes políticos…”
O vereador Dionísio desde o início foi contra esta iniciativa. Agora, outros estão indo na rabeira dele, inclusive do PL e do União Brasil, deixando Alexsandro sozinho. A denúncia foi feitas aqui neste blog no sábado, que ninguém lê, em edição extraordinária. A cidade, diante de tantas prioridades, diante da inércia dos políticos que se elegeram com discursos de mudanças, acordou, tomaram as redes sociais mesmo com o silêncio da imprensa e a contragosto dos donos da Câmara, a iniciativa, pela segunda vez, está sendo prestes a ser enterrada.
Volto ao artigo original de hoje
Nem haveria comentário novo hoje no blog, véspera dos 91 anos de emancipação de Gaspar da Blumenau, feita pelo interventor de lá, o gasparense Jacob Alexandre Schmitt (1933/1934), que por causa disso, durou menos de um ano na função, viu fortes passeatas e manifestações dos poderosos de lá contra lá, mas que, por outro lado, aqui, teimosamente, por todo este tempo e até hoje é esquecido pelos nossos historiadores e o Arquivo Histórico pelo que fez por Gaspar.
O outro comentário pronto e para quarta-feira deverá ir para a gaveta, outra vez. Há tantos, nela!
E relembrando.
Isto, sem contar que tive que sair, extraordinariamente, do meu silêncio e descanso, já no sábado, para aclarar uma jogada dos políticos contra a cidade, cidadãos e cidadãs em VEREADORES DE GASPAR APROVEITAM O REAJUSTE GERAL DOS SERVIDORES E DÃO A SI PRÓPRIOS, ALÉM DA ATUALIZAÇÃO DA VERBA DE REPRESENTAÇÃO, O VALE MARMITA DE R$850 POR MÊS. ELE PODE ACUMULAR COM AS DIÁRIAS QUEM JÁ SOMAM QUASE R$ 30 MIL SÓ ESTE COMEÇO DE ANO.
Deu, está dando e vai dar muito mais do que falar. A cidade acordou. Os “novos” políticos, mais uma vez, jogaram com o baralho dos velhos políticos. Apelaram para a esperteza. E se não fosse este espaço, o qual não é lido por ninguém, todos os gasparenses estariam embrulhados por três palavrinhas do jabuti do PL 10/2025. Ele dá entrada nesta quarta-feira e vai a votação, possivelmente na terça-feira dia 25, ou extraordinariamente antes. Trata-se reajuste, o aumento e o vale alimentação dos servidores públicos municipais e da Câmara.
E se não fosse este espaço plural, vigilante e odiado pelos poderosos ou espertos de plantão, a cidade não saberia que a Mesa Diretora da Câmara, presidida pelo campeão de votos, Alexsandro Burnier, PL (3;429 votos e 9,43% dos votos válidos, ou seja, não é pouca coisa), estava criando o Vale Marmita de R$850,00 para os 13 vereadores. Eles só têm uma sessão deliberativa de no máximo duas horas por semana e dela, alguns sempre saem cedo. Na terça-feira da semana passada, por exemplo, durou em torno de 40 minutos.
CARA FEIA É FOME, DIZ O DITADO POPULAR
Voltarei ao tema no TRAPICHE. E por que? Este não é o foco do meu comentário, também extraordinário, desta segunda-feira, meio “morta” em Gaspar dos políticos e servidores com feriado de amanhã. Ele terá desfile, bolo e uma programação das mais fracas dos últimos anos.
O meu foco é a “descoberta” do “delegado prefeito” Paulo Norberto Koerich, PL, de que a prefeitura de Gaspar está quebrada, endividada e ele, com isso, irreconhecivelmente, arrumando desculpas antecipadas para o marasmo desses 70 dias. Pior, do que isso: poderá ser a desculpa para uma marca daqui para frente.
Primeiro, o “delegado prefeito” Paulo foi a um programa de internet do Allan Santiago. Conversa de compadres. Nada do que já se sabia por aqui e principalmente, repito, principalmente, do que ele falou há 150 dias nos palanques, e teve a chance de comprovar há 120 dias pela equipe de transição. A conversa mole veio e se repetiu numa coletiva-discurso depois (foto acima). Nada de perguntas elucidativas e inconvenientes. De anormal? Só a cara feia e fechada do “delegado prefeito” as poucas perguntas cuidadosas que lhe fizeram. Credo!
Não vou entrar nas minudências de todo este imbróglio, até porque o próprio “delegado-prefeito” – e parte do seu entorno – conhece muito bem o que eu penso disso tudo. E vem antes desde a campanha. Paulo precisa mudar o disco, até porque, quem deveria estar ao lado dele na entrevista seria o seu homem de comunicação e não o chefe de gabinete Pedro Inácio Bornhausen, PP, que foi o chefe de gabinete em parte do primeiro mandato de Kleber Edson Wan Dall, MDB. São evidências. São mensagens erráticas. São dúvidas. Mas, vamos adiante.
Paulo está repetindo a fórmula condenada, aquilo que ele jurou na campanha que mudaria e por isso, teve 52,98% dos votos válidos contra quem estava administrando a cidade e contra quem já a administrou três vezes. Uma surra. Barba, cabelo, bigode e sovaco.
ELEITORES E ELEITOS TODOS SABIAM DE COMO CAÓTICA ESTAVA A CIDADE
Vou repetir e esclarecer. Esta situação caótica, tanto Paulo, como o engenheiro Rodrigo Boeing Althoff, PL – que quando a coisa pega, desaparece e não estava nesta coletiva -, sabiam desde que se tornaram candidatos. É só resgatar as entrevistas, os discursos gravados, a propaganda e o próprio Plano de Governo que apresentaram a cidade, cidadãos, cidadãs e registraram na Justiça Eleitoral.
E era por ser, exatamente caótica, que se candidataram para mudar o que tendia a piorar. E era por ser exatamente caótica, que os eleitores e eleitoras de Gaspar lhes deram esmagadora vitória, não só para retirar o que não funcionava, dar recados, mas para reverter o caos. Talvez, admita-se, não tinham – Paulo e Rodrigo – provas contundentes disso tudo como possuem hoje depois de se instalarem nas entranhas da máquina da prefeitura.
Outra. As queixas verbalizadas pelo “delegado prefeito” Paulo na semana passada, mostram o quanto foi desastrosa a equipe de transição dele. Ela não conseguiu, ao que parece, detectar e antecipar detalhes significativos. E este desastre está refletido nas escolhas do “novo” governo de gente que não está acostumada a encontrar o caos e sair dele. Simples assim. Então, mais uma vez, o “delegado prefeito” Paulo está enchendo linguiça de segunda, quando dá entrevistas de compadrio e sem que ele seja levado ao limite para dar explicações do que encontrou e daquilo que vai reverter. Antes, porém, para assustar, faz cara de poucos amigos como se estivesse ainda na delegacia de polícia.
Criada mais esta zona de conforto, resta ao “delegado prefeito” se queixar ao léu, achar culpa nos outros e não exatamente dizer que vai – e como – reverter aquilo que encontrou caótico e que se espera dele um restabelecimento à uma normalidade mínima.
Ora, se é ou se está financeiramente desesperado, qual a razão de abrir as burras para dar aumento real aos servidores? Qual a razão de se estar trabalhando, silenciosamente, numa reforma administrativa que ao invés de desinchar, vai ampliar os gastos da máquina pública e que podem girar em torno de R$150 mil por mês.
TODOS OS NÚMEROS ESTAVAM OFICIALMENTE NA MESA DO PREFEITO DESDE O DIA 31 DE DEZEMBRO
E para finalizar e mostrar que o “delegado prefeito” Paulo não estava tão desinformado assim como quer fazer crer neste momento, recorro à Audiência Pública de Avaliação das Metas Fiscais do 3º Quadrimestre de 2024, pelo município de Gaspar. Ela foi realizada quinta-feira dia 27 de fevereiro deste ano na Câmara. Era sobre as contas do governo de Kleber Edson Wan Dall, MDB à Comissão de Economia, Finanças e Fiscalização, presidida por José Hilário Melato, PP, ausente naquele dia. Estes números estavam on-line e estavam consolidados desde 31 de dezembro do ano passado. Eu os vi. Eu fiz artigos em dezembro e janeiro usando os mesmos números disparatados que encontrei nele.
Voltando.
Quem apresentou os números a cidade e aos fiscais do povo, os vereadores no dia 27 de fevereiro? Alguém que entende muito deles e esteve na transição, a secretária de Fazenda e Gestão Administrativa, Ana Karina Schramm Matuchaki Cunha. Estava lá, o seu número dois, Claudionor de Souza Cruz. Era a hora da bancada do governo desnudar os números. A técnica Ana Karina levantou a bola. Ninguém do mundo político que apoia o atual governo se atreveu, nem mesmo o presidente da Câmara que estava lá e não possui conhecimento técnico sobre o assunto, Alexsandro Burnier, PL, quis esmiuçar, descobrir, causar e fazer polêmica.
Ou seja, e resumindo bem claramente, noves fora, todos atestaram a situação caótica como normal. A passiva audiência pública durou 25 minutos. Ela pode ser assistida neste link Audiência Pública – Avaliação das Metas Fiscais do 3º Quadrimestre de 2024 – 27/02/2025 – YouTube
Do que mesmo o “delegado prefeito” está se queixando? Eu é que não vou destrinchar o que Ana Karina abriu para a necropsia pública e os que estavam lá, ou não entendem do assunto, ou fingiram que não haviam vísceras contaminadas expostas naqueles números. Restou a atrasadíssima cara feia do “delegado-prefeito”, feita por obrigação, diante de tantas queixas da comunidade na coletiva da semana passada.
Então o “delegado prefeito” Paulo possui todos os ingredientes, em números e atos. E não é de hoje. E estes ingredientes estão perdendo a validade. Por que? O “delegado prefeito” insiste em estar com a turma que cercou Kleber para dar andamento naquilo que precisa ser feito de outra fora. Paulo precisa de apetite e um “chef” para usar e dar sabor a estes ingredientes que a cidade, cidadãos e cidadãs que votaram nele esperavam como novo. Nem cozinheiros parece o “delegado prefeito” Paulo possui, incluindo uma comunicação inteligente e estratégica. E cara feia só complica o que está muito complicado.
Resta então ao governante, em desespero, devido á situação caótica que diz estar metida a prefeitura, apelar para a bruxaria e seus potes de poções mágicas e envenenadas. E não será com compadrio, ou silêncio de quem já perdeu o crédito e com nem cara feia. O governo anterior, ao menos, se cercava de “çábios” e muita marquetagem sobre e com nada.
Depois de mais de 70 dias de governo finalmente o governo de Paulo e Rodrigo tomou um choque de realidade, ou só está arrumando desculpas para aquilo que prometeu e já se desanimou a entregar? Muda, Gaspar!
TRAPICHE
O passado da secretaria de Obras e Serviços Urbanos pode estar entrando no “olho do furacão”. Nele, estarão entre outros os ex-secretários Jean Alexandre dos Santos, ex-MDB e hoje no PSD, bem como Luiz Carlos Spengler Filho, PP, que já foi vice-prefeito no primeiro mandato de Kleber Edson Wan Dall, MDB. Ou seja, ainda é coisa antiga. É uma aposta para retomar as rédeas ao menos da narrativa e encontrar culpados fora do tual governo. Ufa!
O “delegado prefeito” Paulo Norberto Koerich, PL, diz que que outros municípios estão despejando andarilhos em Gaspar. Primeiro: este não é o grande problema da cidade; ou seja, é mais uma cortina de fumaça aos verdadeiros problemas dela. Segundo: para espalhafatar o que trombeteou energicamente, é preciso dizer claramente quem está fazendo isso contra a cidade e as pessoas vulneráveis, ampliando o trabalho e os custos da secretaria de Assistência Social.
O “delegado prefeito” Paulo Norberto Koerich, PL, chora de barriga-cheia. Como bom investigador que foi (ou é) e na função de delegado, viu passar por seus ouvidos e principalmente olhos, denúncias de que as coisas na prefeitura de Gaspar não iam bem. Deixou passar batido a suposta anormalidade, por conta do Foro Privilegiado e em outros, por entender estar dentro do novo limite dos crimes de responsabilidade que protege os políticos na função.
Hoje, do outro lado do balcão como gestor público, há arrependimentos. E o delegado experimentado que é, Paulo Norberto Koerich, sabe que tudo o que ele começar hoje, vai demorar para dar resultados práticos à cidade, cidadãos e cidadãs. Ele conhece os caminhos demorados da notificação ao Ministério Público, do inquérito, da denúncia até ela virar um espetáculo policial ou um processo de fato. Se antes não bater nos limites do tal crimes de responsabilidade para impedir tudo, afrouxado pelos próprios políticos no Congresso Nacional não alcançará quem colocou na alça de mira. Resumindo, não há vida fácil.
Qual o impacto do reajuste a aumento dos servidores municipais (prefeitura, Samae e Fundação Municipal de Esportes e Lazer)? Mais R$7,5 milhões, ou seja, 1,59% sobre as Receitas Correstes Liquidas. Até este reajuste e aumento, a folha de pagamento dos servidores ativos e inativos de Gaspar consumia 194,5 milhões de uma RCL de R$470,7 milhões. Em outra conta: o gasto com pessoal, até então, da folha de pagamento de todos os servidores e agentes políticos (prefeito, vice, comissionados e vereadores) era de 41,32% desta mesma Receita.
Os Projetos de Lei já deram entrada na Câmara. Vão a distribuição às comissões na sessão de quarta-feira e entram na pauta de discussão e votação, muito provavelmente na sessão seguinte, se não vier uma extraordinária antes. Como está tudo acertado -menos o Vale Marmita do Alex para os vereadores -, a folha pode, a priori ser rodada.

O calorão meteorológico acima da média, felizmente passou. Todavia, neste final de semana, o clima esquentou em Gaspar acima de qualquer média, que nunca tinha se visto nos últimos tempos. No sábado, com todos em silêncio, mesmo sabendo do que se armava, resolvi na condição de observador da cena gasparense, extraordinariamente, mostrar o jabuti que a Mesa Diretora da Câmara, presidida Alexsandro Burnier, PL, armava na surdina contra a cidade, cidadãos, cidadãs e o Orçamento: a criação, repito, a criação do Vale Marmita para os 13 vereadores de R$850,00.
A coisa pegou. A imprensa, sem ter para onde correr, mais uma vez, teve que se envolver, mas com absoluta neutralidade. As instituições – como Acig e Ampe -, com a fácil desculpa de que era um final de semana, continuaram caladas. E os vereadores, nervosos, querendo bater chapa. Nos bastidores, já contavam os votos para aprovar esta matéria. Por outro lado, nas redes sociais, quase que por unanimidade, os gasparenses condenaram esta manobra feita na calada de gabinete. E o novato Alexsandro, viu também que ser campeão de votos não representa muita coisa. Aprendeu mais uma lição: precisa ter luz própria e ser ao mesmo tempo iluminado, não por gente que o quer subordinado das artimanhas e trabalhando para eles na escuridão.
Até ontem a noite, o presidente da Câmara, lutava, praticamente, sozinho, na esperteza que tentou pregar contra a cidade: de que não fez nada e que tudo o que fez, foi a de repetir o que sempre se fez na Câmara. Primeiro, ele está com problemas sérios de memória. Lá no dia cinco de outubro de 2021, ele palmilhando o caminho para ser campeão de votos, condenou igual iniciativa do então presidente da Câmara, Francisco Solano Anhaia, PL. Fez a festa. Anhaia, recuou no Vale Marmita que propôs de R$450,00.
Segundo: este jabuti, como demostrei, nasceu com três palavras acrescentada a lei existente … e agentes políticos… Ou seja, a ementa e o artigo ficaram assim com a nova redação da Mesa Diretora de Alexandre Burnier, PL, Ciro André Quintino, MDB, Elisete Amorim Antunes, PL e Mara Lúcia Xavier da Costa dos Santos, PP: Art. 1º A ementa da Lei nº 3.507, de 25 de março de 2013, passa a vigorar com a seguinte redação: “Institui auxílio-alimentação aos servidores e agentes políticos da Câmara Municipal de Gaspar”.
O que pegou? A forma. A surdina. A calada da noite. E mais tarde, a insistência de Alexsandro Burnier, PL, de me fazer de tolo. E não satisfeito, dobrou a aposta nas redes sociais contra a inteligência da cidade estabelecendo no falso ou na mentira. E logo ele, o fiscal implacável do governo de Kleber Edson Wan Dall, MDB e paladino da mudança pelo certo, o que jurou tirar tudo que a ex-administração debaixo do tapete. O vereador negava à flagrante mudança na lei que ele patrocinou e beneficiava os vereadores exclusivamente. O que pegou de verdade? A jogada no escuro, a falta de transparência e a esperteza na redação legislativa.
Este enxerto na redação legislativa é milimétrico, pensado e ardiloso. É uma esperteza, para incluir coisas que não estão claras ou que não se quer se ver discutidas, que se debatidas, passam a ser um problema ao político se vigiado pela sociedade. E foi feito por quem exatamente disse, jurou, marqueteou de que ia fazer diferente ao povo. Foi mostrou igual, ou pior ao que condenava na propaganda fácil para se eleger. Está mais do que na hora da montagem do Observatório Social, em Gaspar.
Até domingo a noite, frenéticas trocas de mensagens entre os vereadores, já se avaliava o recuo e a mudança da redação do PL 10/2025. Domingo pela manhã, anunciava-se ter oito votos (dos 13) pela aprovação. O único que saiu às ruas dizendo que era contra, foi Dionísio Luiz Bertoldi, PT. Nas redes sociais, um sinal de que a coisa estava desmoronando: a educadora Sandra Mara Hostins, do mesmo PL de Alexsandro, disse que a Câmara não precisava contar com o voto dela para este assunto. Muda, Gaspar!
Até porque este enxerto de esperteza traz mais dúvidas. Este Vale Marmita precisa ser regulamentado. Ele como decidiu o STF, tem que ser proporcional aos dias comprovadamente trabalhados. E como diz a maioria dos nossos vereadores: trabalhamos 24 horas para o povo. Quem vai comprovar os trabalhadores e dedurar gazeteiros se eles não conseguem ficar uma sessão inteira. Além disso, nada foi falado sobre a sobreposição com as diárias que já recebem nos deslocamentos. Só confusão.
Por fim e para se completar no espetáculo do absurdo. Será que o presidente Alexandro Burnier, PL, se insistir em levar adiante esta ideia da Marmita dos Vereadores, vai também chamar a polícia para que os manifestantes não entrem na Câmara, como aconteceu com a ex-presidente e ex-vereadora, Franciele Daiane Back, que migrou do falecido PSDB para o MDB?
Não tem jeito. Está no DNA. Depois de apanhar como poucos no sábado e domingo e contaminar com a sua iniciativa e atitude – pois os eleitores e eleitores não conseguem fazer as devidas distinções – o governo do “delegado prefeito” Paulo Norberto Koerich e do engenheiro Rodrigo Boeing Althoff, o vereador Alexsdioníandro Burnier, todos do PL, como se não tivesse acontecido, estava no cemitério gravando vídeo sobre suposto desvio de recursos do governo de Kleber Edson Wan Dall, MDB, na substituição de placas das catatumbas. Impressionante a cara de pau.
O partido Novo de Gaspar reuniu alguns gatos pingados no domingo na escadaria da Matriz de São Pedro Apóstolo, para pedir o “Fora Lula”. O PL de Gaspar, ficou em casa. Devia ter ido as ruas pela “Anistia” aos patriotas usados como bucha de canhão que foram presos em Brasília e está pegando penas brabas de até 17 anos em regime fechado, pela participação nas depredações de oito de janeiro aos prédios dos três poderes em Brasília. O dia que houver a manifestação Fora Lula e Bolsonaro, as ruas vão se encher outra vez.
Depois de 80 dias, nesta quinta-feira – se não for cancelada mais uma vez -, o prefeito, o vice, secretários, vereadores vão se reunir num “happy hour” no sítio do insensato presidente do PL de Gaspar, Bernardo Leonardo Spengler Filho. Será para colocar a conversa em dia e afinar às várias “vibes” que se atravessam no governo e principalmente no partido em Gaspar. Ora, diferenças se resolvem com reuniões executivas, fortes e sérias. Alguém perde, alguém entende, alguém é expurgado. Não com comes e bebes. Perguntar não ofende: a Ditran vai fiscalizar a saída dos participantes do convescote? Muda, Gaspar!
A barca furada I. Como na escolha da presidência da Câmara e que deixou o governo do “delegado prefeito” Paulo Norberto Koerich e do engenheiro Rodrigo Boeing Althoff fragilizados politicamente ampliando a falta de votos para o governo na Câmara, mostra-se que o PL de ambos em Gaspar está sem comando político estratégico. Tão logo este caso da Marmita dos Vereadores saiu às ruas, o comando do partido deveria, para proteger ideias de mudanças, agido com o União Brasil para salvar a imagem do que estava sendo manchado. Devia ter recuado e protegido o presidente da Câmara e principalmente o governo, o principal contaminado. Havia ainda espaços para fazer do limão uma limonada. Hoje, não há mais.
A barca furada II. O que reflete isto também? O longo tempo que o governo de Paulo Norberto Koerich, PL, está demorando para reagir ao caos que ele mesmo diz ter recebido a prefeitura de Kleber Edson Wan Dall, MDB. Não fez a lição de casa, ou seja, não escancarou o que diz ser o caos, não escalou gente diferente para enfrentar o caos e está utilizando quase os mesmos que criaram, ou conviveram passivamente com o caos, e ao mesmo tempo, Paulo não não deu à cidade, rumos e prioridade. E para piorar, Paulo centraliza uma comunicação, bem arcaica no tempo da Inteligência Artificial, quando ela deveria ter sido estratégica. Incrível. A reação do povo ao que o Alexsandro aprontou também reflete à descrença das pessoas nos políticos, inclusive os da nossa aldeia.
A barca furada III. Resultado de tudo isso? Além de não estar conseguindo formar um time especializado em crises, inovador em 70 dias está perdendo gente. O ruído vem do próprio governo centralizado. Vem do próprio PL e União Brasil que ainda não perceberam que são governo, vidraças, mas atiram pedras neles mesmos. Há muita fofoca, intocáveis, burocracia, lerdeza e desconfianças. É preciso profissionalizar para produzir resultados políticos para o poder, para a cidade, cidadãos e cidadãs. Impressionante os relatos que recebo.
A barca furada IV. Quem está saindo do PL é o ex-procurador geral do município (2005/09), advogado, graduado em gestão publica pela Udesc, Aurélio Marcos de Souza. Ele não entrou nesta onda para eleger o Paulo Norberto Koerich, mas no projeto de 2020 que tinha na cabeça, Rodrigo Boeing Althoff. Publiquei no sábado a “Carta Aberta” dele sobre a sua desfiliação. Ali, estão as suas razões. Pessoalmente, falou-me do inconformismo sobre o rumo do partido em Gaspar. “não estarei fora da vida política da cidade”, advertiu ao imediatamente a publicação da carta receber convites de filiação e ter recusado. “É hora de fazer escolhas mais assertivas”, ponderou.
E para encerrar. Esta manhã, o site da Câmara de Vereadores de Gaspar, do presidente que quer criar o Vale Marmita do vereadores, estava fora do ar. Não é normal. Coincidência? O que se está fazendo nele? Nenhuma explicação na volta dele à normalidade. Gasta-se muito nesta área e ela não responde à funcionalidade. Muda, Gaspar!
5 comentários em “OS POLÍTICOS DE GASPAR DETESTAM TRANSPARÊNCIA E DEBATE. DESDE OS INICIADOS E JOVENS ATÉ OS CALEJADOS. OMISSÕES, DESCULPAS E ESPERTEZAS PARECEM ESTAREM NA MESMA GAMELA. DEPOIS DE 70 DIAS NO PODER, O “DELEGADO PREFEITO” TOMOU UM “CHOQUE” DE REALIDADE DAS CONTAS DA PREFEITURA? SERÁ?”
ATO ESVAZIADO SERVE PARA TARCÍSIO ENSAIAR DISCURSO QUE FARÁ EM 2026, por Igor Gielow, no jornal Folha de S. Paulo
Inútil como forma de pressão sobre o Supremo Tribunal Federal, prestes a tornar Jair Bolsonaro réu por tentativa de golpe de Estado, o ato esvaziado de seus apoiadores em Copacabana neste domingo (16) teve serventia diversa para o grupo atrelado ao ex-presidente.
Destacou-se Tarcísio de Freitas, o governador paulista pelo Republicanos que encabeça a bolsa de apostas para ocupar a posição de desafiante do petismo em 2026. Em cima do trio elétrico, ele buscou o jogo impossível de ser bolsonarista e moderado ao mesmo tempo.
Tarcísio envergava uma camisa da CBF, mas do uniforme número 2 da seleção, azul. De forma simbólica, apresentou-se como igual, mas diferente dos pares mais radicalizados no palco.
Elencou itens de discurso de candidato a presidente. “Ninguém aguenta mais a inflação”, disse, sem esquecer do preço do ovo, o vilão da vez. Foi no pescoço do presidente Lula (PT): “Os que assaltaram a Petrobras voltaram à cena do crime”.
O governador foi bem mais comedido, contudo, na hora de criticar o Supremo Tribunal Federal, alvo de todos os outros oradores. O senador Flávio Bolsonaro (PL), por exemplo, acusou Alexandre de Moraes de ter matado “de forma deliberada” Cleriston Pereira da Cunha, o detido no 8 de Janeiro que morreu na cadeia.
Isso para não falar na pregação do pastor Silas Malafaia, organizador do evento, pálido em relação aos três outros promovidos para tentar intimidar o Judiciário e defender a figura de Bolsonaro.
Tarcísio discursou genericamente na defesa da liberdade, mas não atacou a pessoa física. Preferiu falar em “quem criou o Pix” e que “nós vamos libertar o Brasil da esquerda”.
Por fim, o governador beijou a cruz, como não seria diferente. “Querem afastar Jair Messias Bolsonaro das urnas. Eles têm medo de perder”, disse, deixando o sujeito oculto —o “eles” no ideário bolsonarista é um misto de Lula e Moraes.
Em troca, ganhou uma referência rápida no discurso do ex-presidente, que comparava ministros de seu governo e do atual, além de uma frase mais genérica em que Bolsonaro admitia estar perto do “fim do ciclo”, mas que havia “deixado pessoas” capazes de substituí-lo.
Como se sabe, Tarcísio precisa mostrar-se palatável para a grande franja do eleitorado que rejeita Bolsonaro sem necessariamente apoiar Lula —aqueles que votaram no petista, dando-lhe a exígua vitória de 2022, e que hoje ajudam a colocar o petista no pior patamar de popularidade de sua história como presidente.
Ao mesmo tempo, não pode insinuar nada que seja lido como traição. Daí a profusão de “viva Bolsonaro” e odes à improvável volta do antecessor de Lula ao rol de políticos elegíveis. A anistia ao ex-mandatário pode até avançar no Congresso, disfarçada de simpatia humanitária aos condenados do 8 de Janeiro, mas enfrentará o “firewall” do Judiciário à frente.
Se o governador de São Paulo trabalha de olho no futuro político, Bolsonaro em seu discurso previsível demonstrou o foco total na própria liberdade. O ex-presidente não esconde o temor de ser preso.
“Se algo na covardia acontecer comigo, continue lutando”, disse. “Eu vou ser um problema para eles, preso ou morto”, afirmou, voltando ao “eles”, uma formulação de resto usada à exaustão por Lula ao longo de sua carreira
Segundo seu entorno, Bolsonaro acredita de fato na anistia e na volta por cima no ano que vem, inspirado pelo exemplo de seu ídolo Donald Trump —o americano estava presente na forma de um cartaz aludindo ao “lute, lute, lute” gritado por ele após o atentado na campanha do ano passado.
Pode ser, mas em público não transpareceu mais do que uma figura buscando a vitimização, comparando-se a mulheres idosas condenadas por Moraes. “Inventam uma historinha de golpe”, discursou.
CONGRESSO TEM DE CUMPRIR ACORDO DE EMENDAS COM STF, editorial do jornal Valor Econômico
Após um embate de meses entre o Judiciário e o Legislativo, em uma disputa que colocou no limbo o orçamento de 2025, ainda não votado, os líderes do Congresso e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino sacramentaram um acordo para que as emendas parlamentares fossem aquilo que não estavam sendo: públicas e transparentes, com autores, destino e finalidade dos recursos claramente identificados. Aceito o compromisso, o comando do Congresso inventou um novo estratagema para, mais uma vez, impedir a identificação do responsável pela indicação da emenda.
Aprovado a toque de caixa, o novo projeto de resolução do Congresso para dar mais transparência e rastreabilidade às emendas parlamentares viola o acordo firmado e não deve encerrar ainda a malversação de recursos públicos que se arrasta desde 2022, com o início do “orçamento secreto”. O controverso trecho foi incluído durante a tramitação do texto, costurada pelos novos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que haviam se comprometido a atender às determinações de Dino. Em um sinal de que pouco mudou com a troca de guarda no comando do Congresso, os raros parlamentares a questionar o projeto reclamaram que tiveram menos de 24 horas para ler a proposta final, aprovada por ampla maioria em ambas as casas: 361 a 33 entre deputados e 64 a 3 entre senadores. Como em outras ocasiões, o PT votou a favor de manobras pouco republicanas com as emendas, das quais igualmente se beneficia.
Segundo técnicos legislativos e ONGs que trabalham pela transparência das contas públicas, o projeto permitirá que continuem ocultos os autores das emendas de comissão, que somam R$ 11,5 bilhões no orçamento de 2025 e são alvo dos principais questionamentos de Dino por terem explodido à medida que o cerco do STF se fechou, primeiro, sobre as emendas de bancada e, depois, sobre as emendas “Pix”. Pelo texto, essas indicações poderão ser assinadas apenas pelos líderes partidários, sem a devida identificação do responsável pelo repasse. A intenção de manter o sigilo se evidencia nos modelos de ata que serão adotados para as emendas de comissão e de bancada: ambos não contêm um campo específico para indicar os autores de cada proposição.
Em nota divulgada antes mesmo da votação, as ONGs Transparência Brasil, Transparência Internacional e Contas Abertas já alertavam que a inclusão do trecho equivale à criação de uma nova emenda, a “de líder partidário”, que não tem previsão constitucional. Para as entidades, em vez de garantir mais transparência à destinação de recursos públicos pelos parlamentares, a resolução do Congresso nada soluciona, reverte avanços institucionais já consolidados e não atende ao plano de trabalho acordado com STF, nem aos interesses da sociedade.
Os líderes do Congresso fizeram então o que já haviam ameaçado fazer para ampliar seu controle sobre o orçamento da República. Em 2024, chegou-se a cogitar a instituição de emendas das bancadas partidárias, além das que já existem para bancadas estaduais, individuais e de relator – abatidas por serem consideradas inconstitucionais pelo STF em 2022 – e as que ganham mais relevo, as de comissão. Com R$ 52 bilhões destinados para o conjunto das emendas em 2025, o Congresso brasileiro tem a seu dispor, a sua escolha discricionária, uma fatia de recursos orçamentários que raros países ao redor do planeta possuem – algo que também não se vê em nenhuma nação desenvolvida.
O orçamento, que configura as prioridades de gastos para atender às necessidades da nação, foi deixado de lado e baterá o recorde de atrasos caso não seja votado na próxima semana. É possível que a votação aconteça, porque reações eventuais do STF não devem ocorrer até lá. Por enquanto, vigora a regra de utilizar um doze avos da previsão para os gastos até que a peça orçamentária seja aprovada. O governo divulgou a intenção de apertar estes gastos no início, dando vazão a um dezoito avos mensais. Não há dados para saber se cumpriu a promessa, mas ela pode estar na origem do superávit primário de R$ 104 bilhões de janeiro, o maior de toda a série para o mês, que costuma apresentar grandes resultados positivos nas contas públicas.
A intenção da mesa do Congresso, que é presidido por Alcolumbre, um dos mais influentes gestores das emendas do orçamento secreto no governo Bolsonaro, era concentrar poderes sobre as emendas, o que significaria menos luz sobre a destinação e a pertinência dos gastos. Seria criada uma Secretaria de Orçamento Público, que subordinaria os consultores legislativos a determinações do “secretário” sobre o que poderiam ou não divulgar, quando hoje há relativa liberdade de avaliações e elas têm contribuído valiosamente para auxiliar nas decisões orçamentárias. O processo das emendas ainda pode exigir novas ações do STF para que elas cumpram o rito constitucional da transparência, publicidade e moralidade públicas. O Congresso deu passos importantes para isso após o acordo e falta o último: segui-lo à risca.
A CÂMARA DE VEREADORES E O “JABUTI”: O POVO PRECISA SABER!, por Aurélio Marcos de Souza, advogado, ex-procurador do município de Gaspar (2005/08), graduado em Gestão Pública pela Udesc, tendo sido, também, procurador da Câmara de Vereadores de Ilhota.
A Câmara de Vereadores é um espaço fundamental da democracia. É lá que os representantes eleitos discutem e votam as leis que afetam diretamente a vida da população. Ou, pelo menos, é assim que deveria ser. No entanto, algumas manobras políticas podem comprometer essa transparência, excluindo o debate público e afastando a participação popular.
Uma dessas práticas é conhecida como “JABUTI”. O vem termo da política nacional e se refere à inclusão de uma cláusula em um projeto de lei que não tem relação direta com o tema principal, mas que acaba beneficiando um grupo específico ou impondo obrigações a outro – tudo isso sem debate, sem consulta e sem a devida transparência.
O problema não é o benefício, mas a forma como ele é aprovado.
Imagine que um projeto de lei está em discussão para aumentar um benefício a um determinado grupo. NO ÚLTIMO MOMENTO, É INCLUÍDA UMA PEQUENA EMENDA QUE ESTENDE ESSE BENEFÍCIO A OUTRO GRUPO QUE NÃO FAZIA PARTE ATÉ ENTÃO.
Aqui, o problema não é se esse grupo merece ou não a vantagem – a questão central é: por que isso não foi debatido de forma aberta, permitindo que a população e os próprios vereadores analisessem a mudança?
SE A AMPLIAÇÃO DO BENEFÍCIO É JUSTA, por que não apresentá-la de forma clara, permitindo que a sociedade participe da decisão?
Quando algo é aprovado sem uma discussão devida, o processo democrático é violado, e a Câmara de Vereadores perde sua legitimidade.
Por que isso é perigoso?
O povo precisa entender que esse tipo de manobra pode abrir um precedente grave. Hoje, um “jabuti” pode beneficiar um grupo, mas amanhã pode melhorar outro. Quando mudanças são feitas sem debate, a política se afasta do interesse público e passa a atender interesses de poucos.
O espaço da Câmara não pode ser usado para atalhos políticos. Se um projeto tem méritos, ele precisa ser discutido às claras, com a participação de todos os envolvidos . Afinal, a democracia não combina com segredos e decisões tomadas às escondidas .
O que podemos fazer?
1. Acompanhe as sessões da Câmara, seja presencialmente ou pelos meios online.
2. Cobrar a transparência dos vereadores, exigindo qualquer alteração suspeita.
3. Divulgar informações , porque um povo bem informado não deixa enganar.
4. Exigir que qualquer mudança significativa seja debatida publicamente , garantindo que todos os cidadãos tenham voz no processo.
A Câmara de Vereadores de Gaspar – e de qualquer cidade – precisa ser um espaço de respeito ao cidadão, onde as decisões sejam tomadas de maneira legítima. Se um BENEFÍCIO É MERECIDO, que seja debatido de forma clara e democrática! O povo não pode ser subjugado, e a democracia não pode ser enfraquecida por atalhos e manobras políticas duvidosas.
Bom dia.
Se o senhor assiste as sessões da Câmara, sabe que aqui o que mais rola é intervenção em favor dos poderosos, mesmo que o entorno se LASQUE.
Veja o caso dos loteamentos que hoje jogam água no telhado daqueles que até então nunca haviam sofrido com inundações.
Ou quem sabe,
da última sessão extraordinária na casa do POVO, com duração de CINCO MINUTOS, exclusiva pra incluir e legalizar uma serraria de um aliado político numa região não contemplada pelo defasado plano Diretor de Gaspar.
Nesse caso, a gente recorre a quem se os que deveriam nos resguardar,
estão todos no mesmo saco?
Vergonhoso. E ainda mais num governo que jurou que veio para moralizar tudo isso. E não, como os outros, ser apresentado à sociedade nas suas incoerências.