Impressionante como Congressistas e governo levam meses criando um Orçamento fictício contábil e financeiro. Tudo para desmontar o país em benefício deles próprios. Tudo sustentado pelos pesados impostos, cada vez mais altos, de nós, os burros de cargas, exatamente os que elegemos para nos defender deste tipo de maldição (by Herculano). A charge de Cláudio de Oliveira, no jornal Folha de S. Paulo
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ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCXL

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Um espaço plural para debater as obscuridades e incoerências dos políticos, bem como à incompetência combinada com sacanagens dos gestores públicos com os nossos pesados impostos.
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41 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCXL”
Apertando o torçal!
“Pior do que um juiz que não sabe direito é o juiz incoerente”
(Ministro Luiz Fux ao insistir em julgamento dos acusados de “golpe” no plenário do STF, segundo a coluna CH no DP, hoje)
Em homenagem ao supremo guitarrista:
Bread & The Guitar Men
https://www.youtube.com/watch?v=gKLbt_X8Rk4
A farra no parasitário baixo com as emendas sob encomenda!
. . .” PL, maior partido de oposição, tem a maior fatia (R$ 7 bi) por comandar a Comissão de Saúde da Câmara.”. . .
“Centrão concentra R$ 10,5 bi de emendas de comissão”
(Elisama Ximenes, Poder360, 26/03/25)
Juntos, o MDB, União Brasil, PSD, PP e o Republicanos, que formam o chamado Centrão, concentram R$ 10,5 bilhões das emendas de comissões no Orçamento de 2025. O valor é referente aos recursos que passam pelos colegiados comandados pelos partidos na Câmara dos Deputados e no Senado.
Quase metade desse valor, R$ 5,2 bilhões, está na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, presidida por Marcelo Castro (MDB-PI). No total, as comissões comandadas por emedebistas têm R$ 6,3 bilhões em recursos.
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-congresso/centrao-concentra-r-105-bi-de-emendas-de-comissao/)
E é justamente isso que magoa a corja vermelha: a maior parte do butim fica om “eles”. . .
Seguramente, para a corja vermelha é um péssimo sinal!
. . .”Não é nada diferente do que fazia o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central na época de Roberto Campos Neto, e isso é um ótimo sinal.”. . .
“Galípolo puxa a orelha de Lula”
(Rodolfo Borges, O Antagonista, 26/03/25)
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central alertou para “a necessidade de políticas fiscal e monetária harmoniosas” em ata publicada na terça-feira, 25. É a mesma mensagem passada pelas atas do Copom nos últimos dois anos, quando o BC era presidido por Roberto Campos Neto.
Desta vez, contudo, o alerta sobre o “esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública” vem de um comitê comandado por Gabriel Galípolo (foto), indicado por Lula em clima de contraponto a Campos Neto.
A repetição da mensagem foi bem recebida pelos agentes do mercado, assim como a indicação de que os juros devem continuar subindo, ainda que em menor intensidade, a se confirmar o cenário inflacionário.
O Ibovespa subiu e a cotação do dólar caiu. Isso porque (a ainda parcial) autonomia do BC vai passando, pelo menos até agora, por mais uma prova — e porque o perdulário governo Lula merece mesmo ter a orelha puxada.
Autonomia em teste
Campos Neto foi o primeiro presidente do BC a permanecer no cargo após a mudança de presidente da República, graças à autonomia política da instituição, que entrou em vigor em 2021. Desde que a lei começou a valer o presidente da República não pode trocar de presidente do BC, a não ser em casos muito específicos. Por isso, Lula só pôde praguejar durante dois anos.
Ainda falta aprovar a autonomia financeira e administrativa, o que levou Campos Neto a reclamar, ao longo de sua gestão, de “asfixia financeira e administrativa” do governo Lula. Mas o fato é que, ao contrário do que se temia, as primeiras decisões do Copom sob o comando de Galípolo mantiveram a rigidez com que o BC perseguia a meta de inflação, de 3%, na época de seu antecessor.
Indicado por Jair Bolsonaro, Campos Neto cometeu o erro de ir votar, em 2022, com uma camisa amarela, que demonstrava seu apoio ao ex-presidente, e pagou por isso nos dois anos seguintes, com a desconfiança alimentada por Lula e seus aliados.
“Cavalo de pau”
Apesar de Galípolo circular com desenvoltura pelo mundo político, o Copom comandado por ele — e composto por maioria de diretores indicados por Lula — não deu margem, em suas três primeiras reuniões, a dúvidas sobre sua independência do governo Lula até agora, pois a taxa básica de juros segue subindo, contra o discurso do petista.
Por enquanto, os governistas parecem resignados com as decisões do BC. Até porque a inflação prejudica a imagem de Lula, e, como o governo não pretende fazer as reformas que poderiam aplacá-la, pelo menos os lulistas torcem para que o BC consiga segurar a alta dos preços.
Lula disse que não espera um “cavalo de pau” de Galípolo, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se limita agora a reverberar o chefe. É preciso observar, contudo, como evolui a irresponsável tentativa do petista de recuperar sua popularidade.
Caso estratégias como o aumento de verba publicitária e o “empréstimo do Lula” não sejam o bastante para melhorar a aprovação do presidente, a autonomia do BC pode passar por um teste mais difícil nos próximos meses.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/analise/galipolo-puxa-a-orelha-de-lula/)
Só não se sabe para quem o porto é seguro!
“No Japão, Lula diz a empresários que o Brasil é um ‘porto seguro’ para investidores estrangeiros”
(O Globo, Tóquio, 26/03/25)
. . .
“Nunca antes houve tanto crédito disponibilizado para as pessoas mais pobres, para os trabalhadores, e também para os grandes empresários e para o agronegócio – afirmou, citando a atuação do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.”
. . .
“Eu quero convidar os japoneses a investir no Brasil, porque é um porto seguro. Como foi para os japoneses em 1908, nós queremos ser em 2025, atraindo parcerias, joint ventures e investimentos em nosso país. É preciso garantir previsibilidade aos investidores. Ninguém pode ser pego de surpresa com mudança de lei todo santo dia – disse o presidente, mencionando novamente a Reforma Tributária.”
. . .
(+em: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/03/26/no-japao-lula-discursa-para-empresarios-e-diz-que-o-brasil-e-um-porto-seguro-para-investidores-estrangeiros.ghtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsdiaria)
Como é mesmo que se escreve “se colar, colou!” em japononês?
– Tsukunara tsuku! ou 付くなら付く!
Chutou os testículos do capitão zero e prole de zeros!
“Trump muda regras eleitorais por decreto e cita Brasil como bom exemplo”
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2025/03/trump-muda-regras-eleitorais-por-decreto-e-cita-brasil-como-bom-exemplo.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsfolha)
Por aqui, o problema não são as regras eleitorais e sim os atores!
Drops duplo do “Brasília Hoje” elaborado pela Camila Mattoso, Diretora da FSP em Brasília, com PiTacos do Matutildo:
“Um parecer em elaboração pela AGU (Advocacia-Geral da União) prevê garantia de estrutura para atuação da primeira-dama Rosângela Lula da Silva com prestação de contas, mas sem criação de cargo para exercício dessas funções. A agenda pública, custos com equipe e despesas institucionais de Janja deverão ser publicados no Portal da Transparência.”
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/03/norma-para-atuacao-de-janja-preve-equipe-e-prestacao-de-contas-de-acoes-da-primeira-dama.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
Mas. . .janja calamidade continua sendo um ponto fora da curva!
Como já cantarolavam o Bahianos:
“Xô xuá
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
O seu é em outro lugar”
. . .
https://www.google.com/search?q=xo+xua+cada+macaco+letra&sca_esv=1b96802c6c9eafeb&sxsrf=AHTn8zp-V42Lc860iszF3pP-tL-Oz1klcw%3A1742980102705&ei=BsTjZ6PiKpaf5OUPivHb2Qc&oq=xo+xua&gs_lp=Egxnd3Mtd2l6LXNlcnAiBnhvIHh1YSoCCAAyBRAAGIAEMgUQABiABDIGEAAYFhgeMgYQABgWGB4yBhAAGBYYHjIGEAAYFhgeMgYQABgWGB4yCBAAGBYYChgeMggQABgWGAoYHjIGEAAYFhgeSPspUABY7AVwAHgBkAEAmAG7AaAB1AeqAQMwLja4AQHIAQD4AQGYAgagArMIwgIKECMYgAQYJxiKBcICCxAAGIAEGLEDGIMBwgIOEC4YgAQYsQMY0QMYxwHCAggQABiABBixA8ICDhAuGIAEGLEDGIMBGIoFwgIKEAAYgAQYQxiKBcICCBAuGIAEGLEDwgIQEAAYgAQYsQMYQxiDARiKBcICCxAuGIAEGLEDGNQCwgIFEC4YgATCAgsQLhiABBjHARivAZgDAJIHBTAuNS4xoAe8PrIHBTAuNS4xuAezCA&sclient=gws-wiz-serp#fpstate=ive&vld=cid:b0d6eb56,vid:eZT4GizWHgw,st:0
“Na Esplanada…
O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, apresentou um cálculo preliminar do projeto que eleva a faixa de isenção do Imposto de Renda a R$ 5.000. De acordo com ele, o impacto no caixa de governos estaduais e municipais “talvez seja menos de R$ 5 bilhões na retenção”.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/03/perda-de-estados-e-municipios-com-isencao-maior-de-ir-e-menos-de-r-5-bi-diz-secretario-da-receita.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
Sempre é bom lembrar que. . .a matéria ainda não foi aprovada no inútil, perdulário e obsoleto congresso nacional. Mas. . .o governico de lula caido, janja calamidade & a$$ociado$ já estão torrando dinheiro público em divulgar como grande feito do ex pai dos pobres, ex patrono dos empreiteiros e atual pai dos banqueiros!
(Texto recebido pelo correio eletrônico)
Estamos mesmo “futeboleados”, como já dizia o Saudoso e Querido Mario Wisintainer, eterno Vice Reitor da FURB!
Na política, zero!
Na economia, -1!
Na Justiça, -11
E no Phutebol. . .4 a 1 para “los hermanos”!
Ainda bem que podemos recorrer ao “empréstimo do lula”!
Ô, ô, ô, Matutildo!
– Esquecesses que “nóis qui ganha até 5 mil por mês, estamos “insentos” de pagar o “impostu di renda”?
– Ué. . .mas ainda nem foi aprovado no Congresso Nacional!
– É. . .mas na rádio já tá tocano qui nóis tem direitu!
“Tô devendo, à dona Maria da quitanda
Tá ruim pra mim, chego até passar de banda
Pra dona Maria não me ver
Quando ela me vê, se zanga
Pra dona Maria não me ver
Quando ela me vê, se zanga
(Eu tô devendo!)
Quando chego mais a frente
Bato de frente, com seu Manuel do botequim
Que me cobra uma pinga e um torresmo
Que tá no prego a mais de um mês
Sem contar também….eu tô devendo
O aluguel do Português
Sem um qualquer….é duro de se virar
Eu envergo mais não quebro
Amanhã vai melhorar
Eu vou a luta e aturo os lamentos da Joana
Que não faz feira há semanas
E suplica ao menino Jesus
Diz que o homem do gás não perdoa
A light vai cortar a luz
Mas eu tô legal numa boa
Lá vou eu carregando essa cruz
Tá ruim mas tá bom eu tenho fé
Que a vida vai melhorar
Oi, segura as pontas seu Zé
Eu devo mais quero pagar
Dezessete e cinqüenta de leite e pão na padaria
Vinte pratas que Jorge bicheiro emprestou.lá na tendinha
O carnê da televisão que pifou na garantia
Uma vela a minha mulher acendeu de sete dias
Gilberto & Gilmar – Tá Ruim Mas Tá Bom
https://www.youtube.com/watch?v=O2ZMnjl_Ct8
O supremo guitarrista lulu fufu está certo: é muita pauleira para ser tocada apenas pela banda da 1ª turma!
“. . .Agora começarão a ser julgados os mentores e organizadores. . .”
“A história em julgamento”
(Dora Kramer, FSP, 25/03/25)
Os acusados de golpe são, sobretudo, traidores do pacto que resultou na anistia de 1979
Imperfeita, mas a possível para abrir caminho à transição democrática, a anistia de 1979 senta-se agora no Supremo Tribunal Federal na figura de familiares de Vladimir Herzog e Zuzu Angel, vítimas da ditadura militar, para assistir ao julgamento de pessoas acusadas de romper o pacto de quatro décadas atrás.
A peça que começou a ser examinada denuncia 34 pessoas por tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado de Direito, organização criminosa armada, dano e deterioração do patrimônio público.
Um verdadeiro manual de traição à reconstrução de uma democracia que completa 40 anos. É muita coisa e, se comprovadas de modo bem consistente as acusações, não há que se falar em punições excessivas, muito menos em anistia. Esta foi pactuada lá atrás e vilipendiada por gente inconformada com o resultado de uma eleição.
O cunho jurídico, o sentido político, a natureza simbólica, o caráter histórico, o contexto tenebroso; tudo o que veremos no STF é inédito. Um ex-presidente da República e civis e militares integrantes de um governo passarão pelo escrutínio de um tribunal cuja casa pretenderam destruir junto com as sedes dos outros três Poderes.
É muita coisa e, repito, se comprovadas as acusações, não se pode correr o risco de que reclamos por abrandamento de penas sirvam de estímulo à repetição de atos que tornem o Brasil vulnerável à volta do autoritarismo. Custou vidas e anos de atraso institucional. É muita coisa.
Agora começarão a ser julgados os mentores e organizadores, enquanto seguem em exame as ações dos executores, cujas penas suscitam o debate sobre excessos e desproporcionalidades. Fala-se disso como se ali houvesse inocentes e que todos tivessem sido condenados a 17 anos de prisão.
Houve modulações, sentenças muito menores, absolvições, fugas em descumprimento da lei e centenas de acordos de não persecução penal aos quais não aderiram quem não quis. Portanto, falamos de militantes de uma ofensiva com o intuito de provocar a desordem para uma ordem de ditadura, volver.
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2025/03/a-historia-em-julgamento.shtml)
Quando os trabalhadores se acordarem, só restará uma saída: negociar seu voto!
. . .”Na prática, quem pegar R$ 20 mil para pagar em 48 vezes terminará pagando R$ 38 mil. Quem pegar R$ 10 mil, pagará R$ 19 mil.”
“Empréstimo do Lula” vai conseguir colocar o Brasil inteiro no SPC
(Madeleine Lacsko, O Antagonista, 24/03/25)
Não sei se o Lula virou agiota ou se pretende mudar o nome do PT, Partido dos Trabalhadorer, para PB, Partido dos Banqueiros. A medida que o governo tomou agora é uma das mais vergonhosas contra o trabalhador brasileiro. Mostra que essa história de proteger os mais pobres e os desfavorecidos virou apenas discurso.
A esquerda lulista virou a esquerda do “elu/delu”, a esquerda “todEs”, que quer defender a pauta woke, aplaudir artista badalado, viajar para o exterior e falar groselha, mas não demonstra nenhuma preocupação com os trabalhadores. Não se preocupar já seria ruim. A situação foi além: o governo passou a agir contra o interesse do trabalhador, a favor dos banqueiros, e ainda comemora.
O FGTS foi criado na ditadura para funcionar como uma poupança do trabalhador. Virou uma “roubança”. Toda poupança, para ser vantajosa, precisa render pelo menos o suficiente para cobrir a inflação e mais um pouco. E mesmo isso a gente já acha pouco. O FGTS, no entanto, não rende nem isso. Não cobre nem a inflação. O trabalhador tem parte do salário retida e, quando vai sacar, percebe que o valor perdeu poder de compra. É uma imposição. Você é obrigado a entregar uma parte do que ganha para o governo, e o governo usa esse dinheiro como quiser. Fica em um caixa único que financia ações governamentais.
Com o tempo, o trabalhador foi se acostumando, mas isso não quer dizer que o sistema funcione bem. O acesso ao próprio dinheiro é enrolado. Há saque para compra de casa, saque-aniversário, saque-rescisão. Se você usa um, perde o outro. Entrar o dinheiro entra. Para sair, é uma novela. O sistema dificulta tudo.
Como se isso já não fosse péssimo, o governo agora criou mais um problema. O trabalhador poderá pedir empréstimo usando como garantia o próprio dinheiro que está retido no FGTS. Mas vai pagar juros absurdos por isso. Lula vive dizendo que a Selic, taxa básica do Banco Central, é alta demais – hoje em 14,25% ao ano. Mas esse novo empréstimo cobra 3% ao mês. Nem é preciso fazer conta com juros compostos. Na conta simples, o trabalhador pagará mais que o dobro dos juros que o presidente diz serem absurdos. Lula diz que a Selic é coisa do “bolsonarismo sabotador”. Mas, neste caso, a taxa que ele permite que cobrem dos mais pobres é ainda mais indecente.
Na prática, quem pegar R$ 20 mil para pagar em 48 vezes terminará pagando R$ 38 mil. Quem pegar R$ 10 mil, pagará R$ 19 mil. E o mais absurdo: essa pessoa já tem os R$ 10 mil ou R$ 20 mil no FGTS. Ela não está pedindo um empréstimo porque não tem o dinheiro. Ela está pedindo um empréstimo para ter acesso ao que já é seu. Mas não pode retirar diretamente. Precisa ir ao banco, pedir o dinheiro emprestado, e pagar o dobro para o banco. É uma política insana.
O resultado vai ser trágico. Quando o trabalhador for sacar o FGTS, o saldo já estará comprometido com a dívida. E, como a economia está em frangalhos, ele provavelmente terá feito outras dívidas também. É o caminho certo para o endividamento completo da população.
Esse programa do governo poderia muito bem se chamar “Meu SPC, Minha Vida” ou “Meu Serasa, Minha Vida”. Com os preços nas alturas, a economia desgovernada, e o governo aumentando impostos para todos os lados, o que Lula decidiu agora é simples: enriquecer banqueiros com empréstimo garantido e empurrar mais brasileiros para o endividamento. Setenta por cento já estão no Serasa. Ao que tudo indica, o objetivo agora é chegar aos cem.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/opiniao/emprestimo-do-lula-vai-conseguir-colocar-o-brasil-inteiro-no-spc/)
. . .”Todos os que foram identificados participando da baderna e das invasões merecem ser punidos, mas não na mesma proporção.”. . .
“Julgamento da infâmia”
(Merval Pereira, O Globo, 25/03/25)
Um dos julgamentos mais importantes da História recente brasileira começa hoje no Supremo Tribunal Federal (STF). Nós já tivemos nas últimas décadas encontros com a mais alta instância da Justiça brasileira para julgar as mais altas autoridades do país: ex-presidentes, ministros, juízes, políticos em geral que desafiaram diversos artigos do Código Penal no cumprimento de suas funções, a maioria delas exercida por meio do voto. Neste momento, a coincidência histórica nos encara. Comemoramos 40 anos de democracia, o mais longevo período ininterrupto que já tivemos, mas, ao mesmo tempo, julgamos militares e civis que, incentivados pelo presidente da República em exercício, tentaram um golpe de Estado para perpetuar-se no poder, retrocedendo a um tempo autoritário que esperávamos já ter sido superado.
É para comemorar, mas assusta também pela constatação de quão incipiente ainda é nosso sistema de governo. O então presidente Jair Bolsonaro, capitão reformado do Exército, não se cansou de elogiar a ditadura militar, ditadores e torturadores, antes mesmo de ser eleito presidente. Aquele que deveria ser um pequeno nicho autoritário que o reelegeu por anos a fio deputado federal transformou-se numa onda nacional que o levou ao Palácio do Planalto. Muita gente votou nele imaginando que as bravatas que fazia no Congresso seriam ignoradas ao assumir o governo. Seu voto no impeachment da então presidente Dilma, elogiando o torturador Brilhante Ustra, era motivo de cassação imediata, mas o momento não era para equilíbrio. Ao contrário, foi acrescentando ofensas e infâmias ao exercício da Presidência da República.
É simbólico e triste constatar que, 40 anos depois, ainda continuemos lidando com a ideia de ditadura militar. Embora, desta vez, as instituições democráticas tenham prevalecido, e a tentativa de golpe militar fracassado. Até hoje lidamos com essa tentativa. Vemos um STF, fundamental na resistência à implantação de uma outra ditadura ao lado da sociedade civil, agora exagerando na dosimetria para condenar na mesma medida, sem nenhum tipo de bom senso, todos igualmente envolvidos no 8 de Janeiro.
É uma pena que os juízes ainda não tenham conseguido separar os inocentes úteis, levados a invadir os prédios da Praça dos Três Poderes naquele vandalismo horroroso a que assistimos, enquanto mentores e financiadores, que hoje começam a ser julgados no Supremo, permaneceram ou permanecem soltos durante muito tempo. Hoje o julgamento é importante porque realmente atinge parte dos verdadeiros responsáveis pela tentativa de golpe, os asseclas do ex-presidente Bolsonaro.
Ele mesmo e seus colaboradores mais próximos, como almirante e generais, estarão no banco dos réus, situação vergonhosa para nossa democracia e para as Forças Armadas brasileiras. Todos os que foram identificados participando da baderna e das invasões merecem ser punidos, mas não na mesma proporção. Afirmar que aquela cabeleireira irresponsável que pichou a estátua da Justiça com batom participou de uma revolta armada é uma loucura. Acaba dando a impressão de que não está sendo feita Justiça, mas sim uma vingança, uma revanche, que não é papel do Estado brasileiro.
Por isso, também, espera-se que o julgamento histórico de hoje seja conduzido com equilíbrio, para que o movimento político em favor de uma anistia aos envolvidos na revolta fracassada não tenha ambiente favorável no Congresso. Assim como não se pode exagerar na dosimetria para não dar asas a teorias da conspiração, também não se pode deixar que mentores e financiadores do golpe infame fiquem à solta.
(Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/merval-pereira/coluna/2025/03/julgamento-da-infamia.ghtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsdiaria)
“Tensão elevada”
(Camila Mattoso, Diretora da FSP em Brasília, no Brasília Hoje, 24/03/25)
Os ministros Luiz Fux e Kassio Nunes Marques, do STF, interromperam nesta segunda (24) dois julgamentos ligados ao bolsonarismo na véspera da análise da denúncia contra o ex-presidente e outros sete envolvidos na trama golpista.
Fux pediu vista no caso da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, que pichou “perdeu, mané” na estátua “A Justiça” durante os ataques de 8 de janeiro de 2023 (1).
Por sua vez, Kassio fez o mesmo no julgamento da ação penal contra Carla Zambelli (PL-SP) (2) por ter perseguido, armada, um homem dias antes do segundo turno das últimas eleições presidenciais.
Segundo assessores próximos a Fux, a medida foi uma forma de tentar reduzir as críticas que o tribunal vem sofrendo e baixar a tensão em torno da corte. Depois das vistas, cada um tem 90 dias para liberar os processos.
Saiba mais sobre o tema em três links:
O reforço à segurança
“STF reforça segurança e limita acesso a julgamento de trama golpista”
– Secretaria de Polícia Judicial cria barreiras de checagem para dias de julgamento.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/03/stf-reforca-seguranca-e-limita-acesso-a-julgamento-de-trama-golpista.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
A denúncia contra Zambelli”
“PGR denuncia Carla Zambelli sob acusação de porte ilegal de arma”
– OUTRO LADO: deputada do PL alega legítima defesa e diz que será demonstrado ‘quem foi a vítima e o verdadeiro agressor’.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2023/01/pgr-denuncia-carla-zambelli-sob-acusacao-de-porte-ilegal-de-arma.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
A estátua da Justiça
“Estátua da Justiça foi pichada com batom por golpistas e é lavada com água e detergente”
– Pigmento penetrou em granito da obra e foi removido com a ajuda de solventes biológicos.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2023/01/estatua-da-justica-foi-pichada-com-batom-por-golpistas-e-sera-lavada-com-agua-e-detergente.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
(1) “Fux interrompe julgamento de mulher que pichou ‘perdeu, mané’ no 8/1”
– Placar na Primeira Turma do STF tem 2 votos para condenar cabeleireira a 14 anos de prisão.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/03/fux-interrompe-julgamento-de-mulher-que-pichou-perdeu-mane-no-81.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
(2) “Kassio interrompe julgamento de Zambelli; STF tem 5 votos para condenação e perda de mandato”
– Ministro apresentou pedido de vista e tem até 90 dias para devolver o caso.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/03/kassio-interrompe-julgamento-de-zambelli-stf-tem-4-votos-para-condenacao-e-perda-de-mandato.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
Mapa do poder
– O que acontece nos poderes em Brasília e você precisa saber
1) O deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) completa um ano de prisão sob a acusação de mandar assassinar Marielle Franco (PSOL) ainda com direito a mandato parlamentar, salário e assessores. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), não declarou se pretende dar andamento ao processo de cassação do parlamentar.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/03/chiquinho-brazao-ainda-tem-salario-gabinete-e-assessores-apos-1-ano-preso-por-morte-de-marielle.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
2) A ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) sugeriu, nas redes sociais, que quem tiver dívidas recorra ao “empréstimo de Lula”, em referência ao novo consignado do governo para empréstimos sem convênio entre empresa e banco. A publicação, feita no sábado (22), foi apagada após comentários criticando a expressão.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/03/gleisi-sugere-pegar-emprestimo-de-lula-em-caso-de-divida-sofre-criticas-nas-redes-e-apaga-post.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
(Texto recebido pelo correio eletrônico)
. . .”Só preocupado com a eleição, Lula ignora o valor da indispensável estabilidade econômica.”. . .
“De cabeça na gastança”
(Dora Kramer, FSP, 24/03/25)
A saúde das contas públicas, já se vê com clareza, não está no centro das preocupações/ocupações do presidente Lula (PT). Elas que se ajeitem como puderem no meio das medidas de incentivo ao consumo para alegrar o público e torná-lo simpático à ideia de dar ao PT um passe para mais quatro anos no poder.
Do ponto de vista eleitoral, a prática do “gasto é vida” deu certo nas outras três vezes em que o partido disputou renovação de mandato: em 2006, 2010 e 2014.
Por que não daria certo de novo em 2026? Este parece ser o norte de Lula, cuja vocação para repetir receitas antigas sem levar em conta circunstâncias novas dispensa apresentações.
O presidente vai tocando o barco ligado no modo populista, enquanto o Orçamento da União é aprovado sem exame, de qualquer jeito, por um Congresso que o interditou por meses em troca da liberação de emendas.
Até quando o país sobrevive nesse mar de irresponsabilidades? Não sabemos, embora saibamos até agora que a inflação está bem acima da meta, que o Banco Central puxa de um lado com ações contracionistas e o governo estica de outro com uma política expansionista num jogo de soma zero de má sinalização para a economia adiante.
Na versão do presidente, isso é conversa fiada do mercado.
E se não for? E se as previsões de piora do cenário estiverem corretas? E se a população não reagir como espera o governo e preferir no lugar de benefícios pontuais um projeto de país que ofereça bons serviços, ambiente estável e lhe permita enxergar um horizonte de prosperidade?
Aí Lula terá um problema contra o qual, sagaz e a seu jeito, já começou a aplicar um antídoto. Recorrendo a um velho truque, acaba de reeditar o discurso do “nós contra eles”. Na quarta-feira (19), no Rio Grande do Norte, atacou os “grã-finos que não gostam da gente”; os críticos de seus meios e modos.
Falta combinar com os mais pobres que aparecem nas pesquisas de opinião insatisfeitos porque talvez almejem a não fazer mais parte do “nós” na luta contra “eles”.
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2025/03/de-cabeca-na-gastanca.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)
Aprendeu ligeirinho com o hiperinflacionista “zésarney”!
“Alckmin defende retirada de alimento e energia do cálculo da inflação”
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), defendeu nesta segunda-feira (24/3) a retirada dos preços de alimentos e energia do cálculo da inflação no Brasil.
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(+em: https://www.metropoles.com/negocios/alckmin-defende-retirada-de-alimento-e-energia-do-calculo-da-inflacao#goog_rewarded)
À época, tal PaTifaria “se-chamava-se” desindexação!
Huuummm. . .
“A área técnica do TCU (Tribunal de Contas da União) pediu que o governo explique o contrato firmado com a OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos), com sede na Espanha, para organizar a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas) em Belém (PA). Segundo o órgão, há possíveis irregularidades no acordo, que custou R$ 478,3 milhões para o Brasil.”
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-governo/tcu-pede-que-governo-explique-contrato-de-quase-r-500-mi-com-oei/)
Explicar é fácil o difícil será justificar!
A pergunta correta seria: o que a maioria da “cocomitiva do lula” foi fazer lá?
“O que a CUT foi fazer no Japão?”
(Duda Teixeira, Crusoé, 24/03/25)
O presidente Lula levou três sindicalistas para sua viagem ao Japão e ao Vietnã esta semana.
São eles: Sérgio Nobre (na foto, com jaqueta de couro marrom) da CUT, ligada ao PT; Ricardo Patah da UGT, próxima do PSD; e Miguel Torres, da Força Sindical, muito ligada ao Solidariedade.
Nas redes sociais, os sindicalistas disseram que foram convidados para integrar a viagem oficial porque podem ajudar a estreitar os laços com outros países.
“A honra de estar na comitiva do Lula na viagem ao Japão/Vietnã para estreitar laços diplomáticos e comerciais. Na viagem de um presidente democrático e estadista tem lugar, sim, para os sindicatos, legítimos representantes da classe trabalhadora”, escreveu Sergio Nobre, da CUT, nas redes sociais.
O objetivo de Lula, porém, é meramente eleitoral.
Lula quer se candidatar à reeleição em 2026 e, para isso, quer ter os sindicatos como cabos eleitorais.
Passeio com dinheiro público
A ideia de que sindicalistas podem ajudar a costurar laços diplomáticos ou comerciais não se sustenta.
Quem tem que se ocupar de fazer diplomacia são os diplomatas.
Sindicalistas tampouco estão em condições de aprofundar vínculos comerciais, uma vez que não tomam decisões nas empresas.
Imposto sindical
Além de levar os sindicalistas para passear de avião, Lula ainda espera poder realizar outro agrado aos seus amigos este ano.
O presidente está manobrando para que o deputado Luiz Gastão, do PSD, apresente um projeto na Câmara dos Deputados para recriar a “contribuição sindical”.
Trata-se de uma promessa que Lula fez, em 2022, aos sindicatos, caso fosse eleito.
Se a proposta for aprovada, os brasileiros terão de pagar o equivalente a um dia de salário aos sindicatos, os quais irão retribuir fazendo campanha para Lula em 2026.
MST
O raciocínio é o mesmo em relação ao Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST.
Há duas semanas, o presidente participou de um evento com o MST em Minas Gerais.
Anunciou a entrega de novos assentamentos e de moradias.
Com sindicalistas e com o MST, Lula quer conquistar mais quatro anos no Palácio do Planalto.
(Fonte: https://crusoe.com.br/diario/o-que-a-cut-foi-fazer-no-japao/)
Como sou ingênuo!
“Faça o que digo”
Viralizou vídeo de Tabata Amaral (PSB-SP) criticando prefeito que deixa o cargo para disputar outro. É exatamente o que fará seu namorado João Campos (PSB), prefeito do Recife e pré-candidatíssimo a governador.
(Coluna CH, DP, 24/03/25)
Quando “essazinha” foi eleita dep.fed. pela 1ª vez (2018) acreditei piamente nela, pois integrava um seleto grupo de jovens políticos promissores (Bancada Lemann) financiados por poderoso empresário.
Pelo visto, o mesmo se aplica à mulher:
“Dê o poder ao homem, e descobrirá quem ele realmente é.”
(Maquiavel)
O efeito hilário poderá até aumentar se você substituir ACM, por lula caído, janja calamidade e/ou certos togadões!
“Deus e o Diabo na terra do sol”
Do tipo que perde o amigo, mas não a piada, FHC gostava de contar uma piadinha envolvendo Antônio Carlos Magalhães. A história começava com a morte de ACM, após 120 anos de poder.
– Toninho Malvadeza? Ele é meu!”, reivindicou o diabo.
– “Também era chamado de Toninho Ternura”, lembra Deus, querendo agradar.
No dia seguinte tocou o celular de Deus.
Era o Diabo:
-“Não aguento mais. O ACM dá palpite em tudo, quer saber as maldades, sugere aperfeiçoamentos. Não dá. Leve ele aí pra cima.”
No dia seguinte, o Diabo telefonou para o Céu:
-“Deus?”, perguntou.
Responderam do outro lado da linha:
-“Qual dos dois?”
(Poder sem pudor, Coluna CH, DP, 24/03/25)
Isso graças à presidenta adjunta, que também está viaJANJAndo!
“Linha sucessória”
Com Lula viajando com os presidentes da Câmara e Senado, o vice Geraldo Alckmin vira titular. Em eventual impedimento, quem assumiria é o presidente do STF, Luis “Derrotamos o Bolsonarismo” Barroso.
(Coluna CH, DP, 24/03/25)
Agora, em qualquer quitanda de esquina!
. . .””Apertou o orçamento, o juro está alto? Pega o empréstimo do Lula”, diz a ministra de Relações Institucionais ao promover linha de crédito.”. . .
“Gleisi promove o “empréstimo do Lula””
(Crusoé, 24/03/25)
Quem faz a propaganda é a ministra da Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula, Gleisi Hoffmann: “Apertou o orçamento, o juro está alto? Pega o empréstimo do Lula”.
Gleisi botou para circular um vídeo em que apresenta da forma mais vulgar possível a linha de crédito oferecida pelo governo com parte do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) como garantia.
“O governo Lula liberou o crédito do trabalhador, uma nova linha de empréstimos consignados para quem trabalha com carteira assinada, com juros muito mais baixos. Como é que você pega? Solicite diretamente pelo aplicativo da carteira de trabalho digital. Autorize o acesso aos dados e em 24 horas você receberá ofertas de crédito”, diz a ministra no vídeo.
Gleisi segue:
“O empréstimo é descontado diretamente da sua folha de pagamento. E você pode usar 10% do seu saldo do FGTS como garantia. E, em caso de demissão, 100% da multa rescisória. Já tem um consignado, e agora? Não tem problema. A partir do dia 25 de abril, você poderá usar esse programa para migrar suas dívidas, trocando o juro mais alto que está pagando pela taxa mais em conta do empréstimo do Lula.”
Juros
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou em mais um ponto percentual a taxa básica de juros na reunião da semana passada. Ao contrário do que se acostumou a fazer durante os anos em que Roberto Campos Neto presidia a instituição, Gleisi calou sobre o aumento — e sua “ata” foi cobrada nas redes sociais.
Coube ao líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ) e ao presidente interino do PT, Humberto Costa (PE), colocar o novo aumento, que elevou a taxa Selic para 14,25% ao ano, na conta de Campos Neto, apesar de Gabriel Galípolo, indicado por Lula para presidir o BC, estar no comando da instituição desde 1º de janeiro.
Popularidade
A linha de crédito oferecida pelo governo Lula é mais uma tentativa de recuperar a popularidade perdida pelo presidente ao longo de seus dois primeiros anos de governo.
O petista elegeu o combate à alta nos preços dos alimentos como meta para o início de seu terceiro ano de mandato, mas se recusa a fazer a única coisa que poderia para controlar os preços: gastar de forma responsável.
O governo aprovou o Orçamento para este ano na semana passada, com mais de dois meses de atraso, e com números que não cabem nos limites do arcabouço fiscal com que se comprometeu.
Ao optar por promover crédito para a população, o governo tende a esquentar ainda mais a economia, que é uma das razões para a inflação que Lula alega querer combater.
(Fonte: https://crusoe.com.br/diario/gleisi-promove-o-emprestimo-do-lula/)
Ou seja: endivide-se agora e depois negocie com seu voto!
“Nunca antes na história desse país” houve tamanho programa de compra de votos!
Notem bem: a lambisgóia das araucárias, segundo a reportagem, trata a arapuca pelo nome de “empréstimo do lula”!
“Oposição cobra TCU sobre promoção pessoal de Lula”
No vídeo, a ministra utiliza a expressão: “Apertou o orçamento? O juro tá alto? Pega o empréstimo do Lula”, associando diretamente o nome do presidente ao programa.
A ministra apagou a publicação mas, a reportagem conseguiu resgatar.
(+em: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/e01-brasil/oposicao-cobra-tcu-sobre-promocao-pessoal-de-lula)
Mestre, a janja calamidade imita os parasitários alto e baixo ou os parasitários alto e baixo imitam a janja calamidade?
“. . .os parlamentares alteraram o procedimento para execução dessas emendas para que pudessem seguir fazendo exatamente o mesmo que já faziam desde os governos de Dilma Rousseff e de Jair Bolsonaro: gastar dinheiro público a rodo sem dar satisfação a ninguém.”. . .
“Enquanto políticos só olham para eles, o povo segue sendo detalhe”
(Nuno Vasconcellos, empresário luso-brasileiro, Último Segundo, iG, 23/03/25)
A julgar pelo início da história, pode-se dizer que a novela em torno da aprovação do orçamento deste ano teve um final inesperado.
No começo, tudo parecia andar as mil maravilhas. Tanto assim que o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, documento que antecede a elaboração do orçamento, foi encaminhado pela ministra do Planejamento, Simone Tebet, ao Congresso no dia 19 de fevereiro de 2024 (isso mesmo, 19 de fevereiro!).
Os meses foram passando e o texto ficou por lá, quieto como um urso em hibernação, sem que nenhuma alma responsável se encarregasse de pô-lo para andar.
No final das contas, a Lei de Diretrizes Orçamentárias só foi votada na Comissão Mista de Orçamento no dia 17 de dezembro. Ou seja, no apagar das luzes do exercício. No dia 18 de dezembro, na véspera de completar dez meses de sua chegada ao Congresso, a Casa se dignou a aprovar a LDO. Só no dia 30, ou seja, véspera do réveillon, a Lei foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A razão para essa lerdeza toda é tão óbvia que parece estar pichada em letras garrafais nas paredes do Congresso Nacional. Os senhores parlamentares resolveram fazer birra, pirraça, teimosia, ou seja lá qual for o nome que se dê a isso, porque o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, endureceu o jogo em relação a um grupo especialmente suspeito de emendas parlamentares. O alvo de Dino eram aquelas emendas que são propostas, negociadas, tramitam e são pagas com dinheiro público sem estarem sujeitas a qualquer controle ou possibilidade de rastreamento.
Como Dino mandou suspender a farra, Suas Excelências se insurgiram. E prometeram não votar o orçamento de 2025 enquanto não recebessem uma garantia de que poderiam seguir dispondo do dinheiro do povo da forma que bem entendessem, sem que ninguém os molestasse.
No final, os parlamentares alteraram o procedimento para execução dessas emendas para que pudessem seguir fazendo exatamente o mesmo que já faziam desde os governos de Dilma Rousseff e de Jair Bolsonaro: gastar dinheiro público a rodo sem dar satisfação a ninguém.
Antes que o texto fosse levado para votação, começou a circular em Brasília a notícia de que o documento, embora praticamente pronto para ir a plenário, só deveria ser votado no início do mês de abril.
A razão para isso era para lá de prosaica.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União/AC), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos/PB) estavam com viagem marcada para o Japão e o Vietnam, na comitiva do presidente Lula.
Sendo assim, deixariam o Orçamento de lado e só voltariam a se preocupar com ele quando retornassem ao Brasil.
Afinal, quem já esperou tanto tempo pela conclusão do Orçamento, poderia perfeitamente esperar mais duas ou três semanas, não é mesmo?
A história pegou mal. Muito mal. Além de Alcolumbre e Motta nada terem a fazer em Tóquio, a não ser comer sushi e tomar umas doses de saquê, eles ainda estavam pensando em deixar para depois da volta um trabalho que deveria estar concluído há muito tempo.
Aliás, eles nem tinham que estar na comitiva. A viagem de Lula tem caráter comercial e se destina a abrir as portas do bilionário mercado japonês e do emergente mercado vietnamita para a carne da JBS, os aviões da Embraer, o minério da Vale e a soja do Centro-Oeste — tarefas com as quais, convenhamos, os parlamentares não podem, nem devem, se envolver diretamente.
Diante das reações negativas e das críticas que começaram a pipocar, os dois mudaram de ideia. Não desistiram de embarcar na caravana, mas pelo menos resolveram viajar sem deixar para trás uma pendência que já estava se tornando incômoda.
Qualquer semelhança, mera coincidência
Quem lê o texto elaborado pelo relator da matéria, senador Ângelo Coronel (PSD/BA), fica com a impressão de estar diante de um documento irrepreensível.
O texto demonstra atenção com questões minuciosas e se mostra atento aos interesses dos parlamentares, de todos os partidos e de todas as regiões do país. O documento, porém, se tornaria mais realista se trouxesse aquela advertência que, de vez em quando, aparece em filmes inspirados em fatos reais. “Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com a realidade terá sido mera coincidência”.
Pelo que tem sido observado nos últimos exercícios, é natural que o orçamento seja desfigurado ao longo do ano. Muitas das despesas previstas deixam de ser pagas. Outras, que não estavam previstas, vão sendo criadas. Além disso, há um grupo importante de compromissos de execução obrigatória, que independem da intenção do Executivo ou do jogo de forças no Legislativo. Trata-se das despesas obrigatórias.
Elas são lideradas pelos repasses constitucionais para os entes federativos e os demais poderes, pelas despesas com pessoal, pelos encargos sociais e pelos benefícios da previdência social.
O problema é que, de acordo com a legislação brasileira e com a falta de interesse em zelar pelo interesse público, as despesas obrigatórias crescem por si só, sem que o governo ou quem quer que seja consiga evitar que elas subam.
Currais eleitorais e o detalhe
A situação não é fácil, e a pressão dos gastos obrigatórios sobre as contas públicas é permanente — e a consequência do estouro dessa meta é a inflação, que a todo instante tem ameaçado fugir do controle.
O problema é que nem o governo atual nem os outros antes dele moveram uma palha para alterar esse cenário. Nenhuma autoridade do país, até hoje, parou para discutir seriamente o impacto sobre os gastos públicos dos privilégios absurdos que o Poder Judiciário, que custará ao país R$ 59,9 bilhões em 2025, concede a seus integrantes.
Um levantamento publicado pelo portal UOL, na sexta-feira passada, revela que 10 juízes ligados ao Tribunal de Justiça do estado de Rondônia tiveram, no ano passado, vencimentos anuais que variaram entre R$ 2 milhões e R$ 2,5 milhões. Oito desses 10 meritíssimos já estão aposentados e carregarão por toda vida os privilégios que tinham na ativa.
Esses e outros pontos já foram mencionados aqui e em outros lugares — mas há um outro aspecto cada vez mais preocupante que não pode ficar de fora.
O orçamento aprovado na quinta-feira prevê nada menos do que R$ 1,7 trilhão (ou seja, quase 30% de tudo que sairá do caixa do governo) para a rolagem da dívida pública. Essa necessidade, é evidente, seria muito menor se a gastança e a falta de seriedade na destinação do dinheiro público não tivessem imposto ao Brasil a taxa de juros mais elevada do mundo.
Elevada pelo Copom, do Banco Central, para 14,25% ao ano na reunião da semana passada, a taxa Selic deve chegar a 15% em maio. Essa é, no final das contas, a consequência da falta de seriedade e da atenção exclusiva aos próprios interesses com que a maioria do Congresso trata as finanças públicas.
E o povo? Ora, cada vez fica mais claro que o povo, em meio a toda essa história, é apenas um detalhe…
(Fonte: https://ultimosegundo.ig.com.br/colunas/nuno-vasconcellos/2025-03-23/pirraca-e-teimosia.html)
. . .”Quero usar o dom que a mãe natureza me deu para diminuir, com ele, a angústia de alguém” (Elis Regina Carvalho Costa, 17/03/45-19/01/82)
“Elis não morreu”
(Becky S. Korich, advogada, escritora e dramaturga, é autora de ‘Caos e Amor’, FSP, 23/03/25)
Nenhuma palavra saía indiferente da boca de Elis Regina. Nada fica neutro, nada fica morno, nada é pouco do que vem da maior intérprete de todos os tempos. Nada escapava a Elis, nenhuma nota, nenhuma pausa, nenhum verso. E a vida também não tinha como escapar. Elis nasceu em março, no mês em que as águas fecham o verão, há oitenta anos, completados na última segunda-feira, 17. E nunca saiu de cena.
Elis “preparou a própria eternidade”, como definiu o crítico musical Jotabê Medeiros. “Elis não quis ser Janis Joplin, não quis ser Ella Fitzgerald, não quis ser Billie Holiday. Ela quis mais, e conseguiu”. Deixou o seu próprio legado. E conseguiu mais: redefiniu a história da MPB.
“A biografia de Elis não tem fim”, Julio Maria escreveu na introdução da nova edição de “Nada Será Como Antes”. Sua história não acabou, sua obra tem sempre algo a se revelar e se desvendar —nem que seja algo sobre nós mesmos. Por isso, Elis continua aqui, nos virando pelo avesso, com sua voz e personalidade, “se jogando em penhascos” —como descreve Maria— e nos levando junto para os nossos penhascos particulares que não temos coragem de enfrentar.
Elis saboreava cada letra, rasgava as palavras com os dentes, como quem arranca um pedaço da vida e o transforma em música —ou como quem arranca um pedaço de música e transforma em vida. Sedenta, extraía o sumo das palavras e das melodias, bebia cada sílaba até a última gota. Assim era a sua música, assim era a sua vida. Vivia como cantava: com fúria e fome de vida.
Elis: plural. Elis era várias. Uma orquestra em si mesma, onde sua voz eram os instrumentos. Dentro de seu 1,53 m cabiam muitas: a incendiária, a melancólica, a debochada, a mãe, a insegura, a ousada, a apaixonada. Só não sobrava espaço para composições menores. Ela não só sabia maravilhosamente como cantar, mas também o que cantar. Escolhia seu repertório com rigor. Sem se prender ao estilo, era exigente quanto à estética musical e à qualidade poética. Depois disso, brincava com a música e fazia o que queria dela. Gravou o que quis, como quis —e como queríamos.
Elis não tinha medo de se transformar. Quando era questionada por algum jornalista sobre alguma contradição, ela sorria e respondia: “Mudei, dá licença?”. Era essa licença que lhe credenciava como uma mulher aberta e revolucionária, livre para fazer suas escolhas musicais e pessoais.
Tinha gestos exuberantes, um cabelo diferente, usava vestidos sem mangas —para dar asas aos seus braços. Rodopiava e agitava os braços até alçar voo no palco. Quando a vemos cantar de olhos fechados, somos convidados a olhar para dentro de nós mesmos. Quando a ouvimos sussurrar suas canções, escutamos vozes que gritam dentro de nós. E sempre nos faz cantar juntos que viver é melhor que sonhar.
Elis é uma paixão antiga, incondicional. Depois dela, não apareceu mais ninguém. Fez parte da minha infância, saindo da vitrola da casa dos meus pais, quando eu ainda ouvia “Nana Neném”. Nunca mais me largou, nunca saiu de mim. Me tornei sua cúmplice, sua refém. Às vezes dói de tão fundo, de tão lindo. Porque Elis não é apenas ouvida, não é apenas vista —ela é sentida. Essa é a Elis que jamais partirá. A música faz milagres.
Para cada vez que a gente se perguntar como alguém conseguia cantar daquele jeito, a resposta sempre será a mesma: porque é ela, porque é Elis.
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/becky-korich/2025/03/elis-nao-morreu.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)
Elis Regina: O Bêbado e A Equilibrista
https://www.youtube.com/watch?v=6kVBqefGcf4
. . .”O mercado das lindas enciclopédias impressas desapareceu. Nem os sebos, entulhados dessas coleções, as aceitam mais.”. . .
“Devagar, quase parando”
(Ruy Castro, FSP, 23/03/25)
Foi há uns 20 anos. Paulo Goes, fotógrafo carioca, fundador da Banda de Ipanema, criador da expressão “Devagar, quase parando” e com invencível histórico de levantamento de copo nos botequins de Ipanema, conseguiu, não sem árdua luta, parar de beber. Com isso, viu-se de repente com mais horas vagas por dia do que estava habituado. Para piorar, com a multidão de amadores munidos de celular fotografando a si mesmos, a extinção dos profissionais da fotografia, como ele, parecia iminente.
Para aproveitar o tempo e faturar algum, Paulo qualificou-se para vender de porta em porta a Encyclopaedia Britannica impressa. Com tantos amigos intelectuais e que falavam inglês, não podia dar errado. Mas deu. Não só todos já tinham a coleção como, podendo acessá-la agora pela internet, queriam se livrar dela para ganhar espaço —um deles, eu. E era muito espaço a ganhar: 24 volumes em grande formato e papel bíblia e, como brindes, o Webster Dictionary em três sólidos volumes e um Atlas gigante. Tomavam um metro e meio de estante. Para onde mandar tudo isso? Para um sebo, não?
Sim e não. Todos os sebos a quem ofereci minha Britannica (de graça, claro) a recusaram. Alegavam já ter pelo menos dez delas ocupando quilômetros de suas prateleiras, ao lado de outras coleções impressas que as pessoas estavam lhes despejando: os quatro volumes do “Lello Universal”, os 13 das obras adultas de Monteiro Lobato, os 18 do “Tesouro da Juventude”, os 19 da Enciclopédia Barsa, os 32 da “História Universal”, de Cesare Cantu, e os 44 fascículos de “Gênios da Pintura” da Editora Abril. Não podiam aceitar mais nenhum.
Ao entrar hoje em qualquer sebo, você verá, nas prateleiras mais altas, quase exigindo uma escada Magirus para serem alcançadas, diversas dessas coleções, encalhadas desde então. Todas agora cabem, juntas, num reles celular.
Que eu saiba, o querido Paulo nunca conseguiu vender uma Britannica. Para ele, o mundo estava mesmo devagar, quase parando. E, em 2012, parou de vez.
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2025/03/devagar-quase-parando.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)
Pois é. . .
E ainda insistem em manter certos cursos de graduação com 4 ou 5 anos de duração!
“Tarcísio não crava candidatura em 2026, mas envia sinais”
Da coluna Brasília-DF, por Denise Rothenburg, 23/03/25
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ainda não disse sim a uma possível candidatura presidencial e nem o fará neste momento, mas em suas redes sociais e discursos, especialistas perceberam uma mudança sutil na direção da corrida ao Planalto. Tarcísio hoje se refere mais ao Brasil e coloca várias iniciativas de seu governo como “algo que ninguém fez em lugar nenhum no país”, por exemplo, a política industrial voltada para a vocação de cada região no estado. Dia desses, foram prestadas homenagens à esposa, Cristiane, já chamada de “Michelle Bolsonaro 2.0” por muitos observadores. Ela tem se dedicado ao fundo social São Paulo, como as primeiras-damas anteriores, e tem várias iniciativas de atendimento à população. O casal não está a passeio por ali.
O primeiro ensaio
No trio elétrico, ao lado de Bolsonaro na manifestação há uma semana, no Rio de Janeiro, Tarcísio usou uma camisa azul do Brasil, com o seu nome e o número 10 nas costas, o do Republicanos nas urnas. Por ter pontes com todos os partidos de centro e o PSD de Gilberto Kassab em seu governo, as circunstâncias para atrair a turma de centro que está com Lula são consideradas as melhores possíveis. A preços de hoje, o que se diz nos bastidores é que, se o ex-presidente Jair Bolsonaro quiser mesmo derrotar o PT de Lula, Tarcísio é o caminho mais seguro.
(Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/denise/tarcisio-nao-crava-candidatura-em-2026-mas-envia-sinais/)
Em tempo de ovos de galinhas com preços de ovos de coelhinhos. . .
Tarcisão, Tarcisão!
Lembre-se que, a galinha perde seus ovos por cacarejar antes e depois de sua postura!
. . .”O que se assiste nas universidades hoje é uma verdadeira caça às bruxas e aos bruxos do pensamento de direita. Com isso, o que vemos e assistimos hoje é a decadência, até moral, de muitas universidades, onde circular pelado pelos corredores é uma mostra de liberdade do corpo, mas ler a Bíblia durante o intervalo das aulas, é um crime.”. . .
“Visões do mundo”
(Circe Cunha e Manoel de Andrade-Mamfil, Coluna Visto, lido e ouvido, Blog do Ari cunha, CB, 23/03/25)
É certo que as universidades, sobretudo as públicas, mantidas graças aos impostos cobrados de todos os cidadãos do país, inclusive os analfabetos, deveriam, como o próprio nome indica, oferecer uma gama de oportunidades do mundo do saber. As universidades, portanto, devem estar abertas ao conhecimento e ao que ele primordialmente necessita para existir, que é o debate de ideias. Não há conhecimento verdadeiro pela metade ou sem debates e o exercício da razão. O fenômeno da dominação intelectual da esquerda dentro dos espaços universitários, seguindo o que propunha o filósofo italiano Antonio Gramsci (1891-1937) e, posteriormente, os professores da Escola de Frankfurt, fundada em 1924, não apenas serviu para sequestrar a autonomia do pensamento, como acabou por contribuir para o estreitamento do saber humano ao conduzir os alunos pelos caminhos de mão única da hegemonia ideológica.
A situação alcançou um ponto tal de surrealismo, que hoje praticamente não existe uma universidade pública sequer, dentro e fora do Brasil que não esteja abduzida por apenas teorias de esquerda. É um universo dividido ao meio, onde apenas uma parte da maçã, dessa árvore do conhecimento, é apresentada aos estudantes. Não há debates fora do campo da esquerda. Os que insistem são perseguidos ou evitados como se leprosos fossem. Nesse espaço, onde se busca o conhecimento, deveria haver, além da pluralidade intelectual de ideias, um total modelo de convivência harmônica, pois só assim será possível estimular o crescimento e a evolução do pensamento.
Estacionadas na esquina do lado esquerdo da existência, as universidades, hoje, caíram na mesma armadilha que busca enfraquecer parte das igrejas cristãs com a Teologia da libertação. De fato, o pensamento conservador é dado pela postura de intransigência das universidades, ao não admitir que outros discursos venham a se somar ao universo do saber. Lembre-se sempre de que a meia verdade nunca é uma verdade, portanto não satisfaz ao conhecimento.
Quando uma situação dessa natureza, que busca esconder o outro lado do saber, passa a ocorrer, o que se tem ou se pode alcançar, fica sempre aquém das necessidades dos indivíduos e distante da realidade que o cerca. Por isso, não chega a ser surpresa que os enfoques nas áreas de humanidades, sobre temas como a família, religião, pátria, propriedade privada, livre concorrência, liberdade de pensamento e outros não são apenas barrados e taxados de conservador, mas também incluídos numa espécie de index prohibitorum.
O que se assiste nas universidades hoje é uma verdadeira caça às bruxas e aos bruxos do pensamento de direita. Com isso, o que vemos e assistimos hoje é a decadência, até moral, de muitas universidades, onde circular pelado pelos corredores é uma mostra de liberdade do corpo, mas ler a Bíblia durante o intervalo das aulas, é um crime. São em ambientes assim onde fumar maconha é permitido. O que não se tolera é aluno enrolado numa bandeira do Brasil, ou com uma camiseta com motivos religiosos. É em ambientes assim que o capitalismo é massacrado e o socialismo elevado à condição de modelo a ser alcançado a todo custo. Não há revisionismo histórico de qualquer natureza sobre o fracasso do comunismo pelo mundo ao longo das últimas décadas. A romantização de um movimento, que alguns dizem ter riscado do mapa, algo como 100 milhões de indivíduos, considerados como inimigos do partido, contrapõe-se à demonização do conservadorismo responsável. Pelo o que se sabe, pelo progresso humano e material do mundo ocidental, é feito, em sua maioria, por professores que, anteriormente, receberam o mesmo tipo de formação. Deve-se, sobretudo, às teorias críticas contra o capitalismo, desenvolvidas pelos filósofos da Escola de Frankfurt, bem como a releituras sobre as potencialidades do marxismo, ao estágio atual de decadência moral e acadêmica de muitas universidades pelo mundo.
Na política, as universidades escolheram de que lado estão. Estão a favor de grupos terroristas como o Hamas e Hezbollah, que lutam contra o Estado capitalista e “opressor”, representado por Israel. Na América Latina, as universidades se colocam ao lado de governos como o da Nicarágua, Venezuela ou Cuba, considerados modelos de socialismo. Se existe hoje uma utopia com relação às universidades, é a de que elas irão dar um espaço.
(Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/visoes-do-mundo/)
Mas bah, tchê! Seguramente, o adversário político estava em seu comício para copiar promessas nunca cumpridas!
“Candidato sem-vergonha”
Político no Rio Grande do Sul, Nelson Jobim foi em 1988 a um comício do candidato do PMDB à prefeitura de Tupanciretã.
Na região, os candidatos visitavam os palanques dos adversários, dando um tom civilizado às campanhas.
Naquele comício, Jobim percebeu a presença no palanque de dr. Marcel, candidato do PDS local, e resolveu refletir sobre aquele gesto:
– “Por que será que o dr. Marcel está no nosso comício?…”
Fez-se silêncio.
Sempre com ar reflexivo, Jobim repetiu, pausadamente, mas com eloquência:
– “Por que será que o dr. Marcel está no nosso comício?!…”
Quando se preparava para responder à própria pergunta, ouviu os gritos de um bêbado, sempre aparece um bêbado nessas horas, gritando do meio do povo:
– “Ora, porque é sem-vergonha, tchê!”
(Poder sem pudor, Coluna CH, DP, 23/03/25)
Alô, taxadd! Está aí um bom tema para voce “se-debruçar-se”!
“Viraliza vídeo em que a ministra do Trabalho da Espanha, Yolanda Dias, critica propostas da esquerda “woke” tipo “Matemáticas socioemocionais com perspectivas de gênero”, como se dois mais dois não fossem quatro. “Nunca se havia politizado a ignorância como agora”, disse sob aplausos.
(Coluna CH, DP, 23/03/25)
Para quem, cujo principal escrito foi o “O debate sobre o caráter socioecônomico do sistema soviético”, esse tema da esquerda espanhola cai como uma luva!
Pablo Milanés e sua eterna Yolanda!
https://www.youtube.com/watch?v=qCwLbI1IMog&list=RDEMDhPbspDYHUaSBc-gexJUkw&start_radio=1&rv=aN80UEQZiZc
“Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay (*)”
“Líder da Oposição, o deputado Zucco (PL-RS) acionou o Tribunal de Contas da União para investigar a contratação sem licitação e por meio bilhão de reais de uma ONG espanhola para “infraestrutura” na Cop30.”
(Coluna CH, DP, 23/03/25)
(*) Ditado espanhol.
Nínguém é de ferro!
“O Rio de Janeiro se prepara para desfrutar um dos maiores feriadões dos últimos anos: serão inacreditáveis seis dias sem trabalho para cariocas e fluminenses dentro de menos de um mês. A folga começará na Sexta-Feira Santa (18 de abril) e se arrasta até São Jorge (23 de abril). Em duração, será um feriadão maior até que o próprio Carnaval, maior festa popular do País. A expectativa é que tanto quanto as escolas de samba e blocos de rua, também o feriadão de seis dias atraia turistas.”
(Coluna CH, DP, 23/03/25)
É a MRPMSSPO – maldição da realização da 1ª Missa em solo sagrado dos povos originários!
“Além dos 12 feriados anuais, 13 em ano eleitoral, os brasileiros têm 692 datas comemorativas, que, aqui e ali, acabam virando feriados também.”
(Coluna CH, DP, 23/03/25)
Será que motta colocará o “chapéu de cabrito’ no seu apoiador, o imbrochável capitão zero zero?
“Lula aposta na viagem ao Japão para levar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), no papo e garantir aprovação da “reforma do Imposto de Renda”, na tentativa de reverter a queda de popularidade. Na avaliação do Planalto, Motta já aderiu a Lula. Mais: devem voltar do Japão “amigos desde criancinhas”, após 24 horas, só na ida, “abrindo o coração” para o presidente. Cabe ao deputado determinar a tramitação na Câmara, inclusive dispensando o parecer de comissões temática.”
(Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 23/03/25)
Será que no parasitário baixo tem parasitas com “culhões” (*) para tal proeza?
“Na oposição, não há movimentação para barrar o texto, pelo contrário, há articulação para subir a isenção para até R$10 mil.”
(Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 23/03/25)
Para quem acredita em “lendas & “mitos”, tudo é possível. . .
(*) Coragem, Ousadia, Atitude, Atrevimento, Firmeza nas atitudes.
“Ela num macacão de plástico
Ele com o corpo elástico”
. . .
“Governo Trump proíbe entrada de Cristina Kirchner nos EUA por ‘envolvimento em corrupção'”.
(+em: https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2025/03/7090478-governo-trump-proibe-entrada-de-cristina-kirchner-nos-eua.html)
Enquanto essa moda não pega, revisitemos o Eduardo Dusek:
https://www.youtube.com/watch?v=-5Zoiw1uYHI
“Situdisch”. . .
. . .”É bom dia o tempo todo, sorrisos vários, e gestos cordiais e solidários inesperados.”. . .
“Depois de 40 anos de Brasília, me alegro com a gentileza carioca”
(Conceição Freitas (*), Metrópoles, 19/03/25)
Quando me preparava para passar três semanas no Rio de Janeiro, fui aconselhada peremptoriamente, a não usar o celular no meio da rua. Um amigo me ofereceu “o celular do ladrão”, que ele usa no Carnaval, um aparelho velho que pode ser levado sem grandes danos ao nosso pobre patrimônio. Obrigada, mas vou só com o meu mesmo. Lidar com um telefone já é uma complicação, imagine com dois.
Botei o celular na bolsinha traspassada no peito e lá fui eu, me aventurar pelas ruas do Rio de Janeiro do Leme à Central do Brasil; de Copacabana à Gávea. Não demorou pra eu perceber que o carioca usa o celular no meio da rua o tempo todo. Para, rola a tela, responde, confere endereço, e segue andando com o celular na mão. Não é todo mundo, mas é bem frequente.
Sim, há lugares nos quais os celulares desaparecem. Na entrada das estações de metrô do centro – Cinelândia, Carioca, Largo do Machado – o aparelho some, mas logo ressurge, ansioso, dentro dos vagões e dos ônibus. Nas escadas rolantes lotadas, ele também dá um chá
de sumiço. Mas logo que se volta à terra firme, ele reaparece.
Pra não dizer que não tive medo, passei uns apertos no centro do Rio no fim de semana. Nas ruas quase vazias, é mais nítida a presença dos moradores de rua. É quando eles passam a ter domínio sobre o território. Também fiquei um tanto aflita quando, no domingo de manhã, fui parar no fim da linha do VLT, a estação central em reforma, colada no Morro da Providência, a favela mais antiga do Brasil – existe desde o começo do século XX.
Na estação cercada de tapumes e cercas de arame, uma mulher sentada ao meu lado conferia uma pilha de papeizinhos dobrados que havia tirado da bolsa: bilhetes de loteria, notas fiscais, receitas médicas, anotações em pedaços de folhas de caderno. Um por um, ela ia abrindo
aquele relicário de papeis, sem nenhuma pressa, sem nenhum receio – quem iria quer lhe tomar um monte de papel velho? Saí sem saber se aquela mulher de unha do pé pintada de roxo tinha 50, 60 ou 70 anos, uma mulher que já envelheceu quase tudo.
Dentro do VLT, voltei a me sentir segura. Na Praça XV, pego a barca para Niterói, vejo que muitos passageiros estão preparando o celular para registrar alguma coisa. É um avião está fazendo manobra para decolagem no Santos Dumont. Quando acelera, um enorme jato de água, tipo um gêiser horizontal, se forma com a força da propulsão para levantar voo.
Segredos coletivos da vida urbana carioca – e eu comi mosca, claro. De tudo, de tudo, o que mais me surpreende, depois de 40 anos de Brasília, é a gentileza espontânea do carioca. É bom dia o tempo todo, sorrisos vários, e gestos cordiais e solidários inesperados — como o homem que me deu passagem na entrada apressada do metrô ou a moça na fila do supermercado que defendeu com veemência o direito de um morador de rua de continuar na calçada onde estava.
Fico pensando que a vida urbana, no limite da aflição, vai nos tornando mais solidários. Querendo ou não, conscientes ou não, precisamos uns dos outros no corre das ruas das grandes cidades. Estamos todos ou quase todos no mesmo barco e ele não pode afundar. É nesse quase mudo desespero, em território de invencível beleza e inevitável alegria, na mistura caótica de natureza e cultura, o Rio de Janeiro resiste e nós resistimos com ele.
(*) A genial Cronista é Manauara mas, admite: “sou filha de quatro cidades: Manaus, Belém, Goiânia e Brasília.”
(Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/conceicao-freitas/depois-de-40-anos-de-brasilia-me-alegro-com-a-gentileza-carioca)
. . .assim sendo. . .
“O Rio de Janeiro continua lindo
O Rio de Janeiro continua sendo
O Rio de Janeiro, fevereiro e março”
Gil & Família: https://www.youtube.com/watch?v=p_KahlYma_g
PeTezuela: a república do ladrão dos ladrões sob a égide da toga!
. . .”Lula, na verdade, procura anular o efeito deletério daquela frase que disse logo depois de sair da cadeia: “Não posso ver mais jovem de 14 e 15 anos assaltando e sendo violentado, assassinado pela polícia, às vezes inocente ou às vezes porque roubou um celular.”. . .
“O governo Lula tenta ganhar os brasileiros no gogó. Só nos resta rezar”
(Mario Sabino, Metrópols, 21/03/25)
O governo Lula tenta ganhar os brasileiros no gogó.
Comece-se pelo ministro da Fazenda (se é que ainda temos uma), Fernando Haddad, que resolveu desqualificar uma empresa de pesquisas, a Quaest, por revelar que a reprovação a ele no mercado financeiro bateu em 58%, o dobro da medida em dezembro. Já a aprovação, que era de 40% há apenas três meses, caiu para 10%.
“Dizer que isso é uma pesquisa é dar um nome muito pomposo para uma coisa que deve ter sido feita em 15 minutos ali, num bairro. Uma pesquisa com 100 pessoas, não dá para dar o nome de pesquisa. Isso você faz em uma mesa de bar”, disse o ministro. “É muito diferente de um levantamento técnico, amplo, que consulta milhares de pessoas. Isso foi uma consulta informal, não tem representatividade”.
Como todo político antigo, e o político brasileiro já nasce antigo, quando uma pesquisa lhe é desfavorável, Fernando Haddad ataca a pesquisa e deixa de lado os motivos que causam a insatisfação revelada pela realidade dos números. No caso, o rumo desastroso que tomou a economia brasileira, com uma inflação que já está quase no dobro da meta e um governo que, como expõe didaticamente o Orçamento aprovado por um Legislativo cúmplice na esbórnia com o dinheiro público, quer ser reeleito sobre um país que caminha a passos largos para a ruína.
Outro ministro, o da Justiça (se é que ainda temos uma), saiu-se, na semana que termina, com uma frase que causou indignação. No país em que facínoras matam para roubar celulares, Ricardo Lewandowski afirmou que “é um jargão que foi adotado pela população, que a polícia prende e o Judiciário solta. Eu vou dizer o seguinte: a polícia prende mal, e o Judiciário é obrigado a soltar”, disse o ministro.
Não é bem assim, como sabe todo mundo que não tem carro blindado ou segurança oficial ou particular, praticamente o mundo todo. Na verdade, a polícia não prende e, quando prende bem, a Justiça solta nas audiências de custódia, mais uma conquista da esquerda aprovada por aquele soviete, o Conselho Nacional de Justiça, quando era presidido pelo próprio Ricardo Lewandowski.
Para sermos justos, as audiências de custódia integram o nosso laxismo tropical, visto que temos um Código Penal mais preocupado em proteger os bandidos do que os cidadãos honestos. Por exemplo: ninguém vai para a prisão por ter cometido crimes com penas inferiores a 8 anos. E temos aquela aberração de beneficiar com progressão para regime mais brando quem já cumpriu um sexto da pena, à exceção dos perpetradores de crimes hediondos. Aí, é necessário cumprir dois quintos da pena. Se o sujeito é reincidente, esse prazo sobe para três quintos. Crime hediondo, no Brasil, é questão relativa.
Ricardo Lewandowski soltou a sua frase lapidar um dia depois de a capitã da PM paulista Jaqueline Pereira ter ido a um programa matinal da Rede Globo e desenrolado, no ar, literalmente, a extensa ficha criminal de um meliante que é invariavelmente solto pela Justiça. Ele foi preso 16 vezes, e nas 16 vezes foi beneficiado com a liberdade provisória pela Justiça.
O ministro da Justiça poderia ser mais colaborativo. No seu esforço para sair do pântano da desaprovação popular, Lula foi aconselhado pelo seu publicitário a mostrar-se muito preocupado com a falta de segurança que aflige os brasileiros. “A gente não vai permitir que a república dos ladrões de celular comece a assustar as pessoas na rua desse país”, disse o presidente da República, ao defender a PEC da Segurança Pública, com a qual o governo federal quer ter mais participação no combate ao crime.
Lula, na verdade, procura anular o efeito deletério daquela frase que disse logo depois de sair da cadeia: “Não posso ver mais jovem de 14 e 15 anos assaltando e sendo violentado, assassinado pela polícia, às vezes inocente ou às vezes porque roubou um celular”.
A frase sobre a “república dos ladrões de celular” veio poucas horas depois de o presidente da República puxar um Pai Nosso na inauguração de uma barragem no Rio Grande do Norte. É que faz parte do seu combo publicitário parecer que é um homem de grande fé e, assim, tentar atrair também os evangélicos, parcela que lhe é reticente.
Gogó com goró abençoado, é isso aí. Na minha opinião, diante do exposto, só nos resta mesmo é rezar — ou orar, como queiram — nesta república de ladrões de celular, mas não só, antes fosse, Deus sabe.
(Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/o-governo-lula-tenta-ganhar-os-brasileiros-no-gogo-so-nos-resta-rezar)
À cada enxadada um “clew” (*)!
. . .”Coluna revelou (**) que Rafael Vitale livrou a CSN de prejuízo de R$ 3 bilhões enquanto estava na ANTT e, agora, vai trabalhar na companhia.”. . .
“ANTT e CSN: Kim pede a Gonet investigação sobre conflito de interesse”
(Melissa Duarte e Tácio Lorran em sua Coluna no Metrópoles, 22/03/25)
O deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) pediu ao procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, a abertura de inquérito civil para investigar a ida do ex-diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) Rafael Vitale para a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) sem cumprir quarentena, como revelado pela coluna (**) nessa quinta-feira (20/3).
O parlamentar aponta atos de improbidade administrativa e de conflito de interesses.
Além de Vitale, o ex-superintendente de Transporte Ferroviário da ANTT Ismael Trinks, que também migrou para a CSN sem cumprir quarentena, figura como alvo da representação. Tanto Vitale quanto Trinks assinam termo aditivo de contrato que livrou a companhia de prejuízo de mais de R$ 3 bilhões.
“Resta evidente que as condutas dos representados enquadram-se em possíveis atos de improbidade administrativa, violação das regras de conflito de interesses e possível tráfico de influência, justificando a atuação do Ministério Público Federal para a adoção das providências cabíveis”, escreveu Kataguiri.
Na representação, Kataguiri também requer a apuração da atuação da Comissão de Ética Pública (CEP) da Presidência da República sobre a dispensa de quarentena para ambos. Solicita, ainda, a suspensão cautelar do trabalho deles em face da CSN diante de órgãos públicos enquanto durar a investigação de conflito de interesses.
Além disso, o deputado quer que o Tribunal de Contas da União (TCU) faça uma auditoria detalhada das decisões da ANTT sob Vitale, sobretudo na exclusão do trecho da Transnordestina e na renovação da concessão da MRS Logística, a fim de ver eventuais irregularidades e impactos financeiros. Também aponta para a possibilidade de tráfico de influência.
Entenda relação da ANTT com a CSN
Parte relevante do negócio da CSN envolve o setor ferroviário, que é regulado pela ANTT. A empresa é controladora da Transnordestina Logística SA (TLSA) e da Ferrovia Transnordestina Logística SA (FTL), com malhas ferroviárias na região Nordeste, e é a principal acionista da MRS Logística SA, que controla 1.643 km de ferrovias que cortam São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. As ferrovias respondem a mais de 16% dos lucros da companhia.
Enquanto diretor-geral da ANTT, Vitale participou ativamente da costura de um acordo que, no final de 2022, garantiu à CSN uma economia de R$ 3,429 bilhões (em valores de abril de 2021). O então superintendente de Transporte Ferroviário da agência, Ismael Trinks, também participou das tratativas. Assim como Vitale, ele deixou a ANTT e migrou para a CSN de forma imediata, em abril de 2024.
O alívio bilionário em favor da CSN foi possível graças à exclusão, chancelada pela ANTT, de um trecho de 522 km do traçado originalmente concedido pela União à TLSA para a ferrovia Transnordestina. Esse trecho, todo ele no território de Pernambuco, conectaria Salgueiro ao Porto de Suape.
(**) “Diretor da ANTT migra para a CSN, a quem garantiu alívio de R$ 3,4 bi”
– Rafael Vitale, ex-diretor geral da ANTT, vai trabalhar, sem cumprir quarentena, em companhia com interesse direto na agência reguladora.
(+em: https://www.metropoles.com/colunas/tacio-lorran/antt-vitale-csn)
(Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/tacio-lorran/kim-kataguiri-antt-csn)
(*) é um grupo de vermes.
E isso queria ser presidente da República!
“O empresário Pablo Marçal (PRTB) declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o “maior político da história do Brasil”. Segundo Marçal, Lula é uma “lenda”, enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é um “mito”.
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-eleicoes/lula-e-o-maior-politico-da-historia-do-brasil-diz-pablo-marcal/?customize_changeset_uuid=24e7422e-4a34-48dc-9493-7cfd64d9f380&customize_autosaved=on)
Acredita em “lendas”! Acredita em “mitos”!
Por isso, nós eleitores e eleitoras, continuamos panacas
. . .enquanto isso na sede da COP30. . .
“Em Belém, 80,12% da população não têm acesso a esgoto de forma adequada, segundo informações compiladas pelo Instituto Água e Saneamento.”
. . .e, provavelmente, a situação caótica continuará assim depois do evento, apesar dos elevados investimentos públicos para sua realização!
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-sustentavel/belem-encara-obras-e-desafios-para-cop-que-vira-ate-sabor-de-sorvete/?customize_changeset_uuid=24e7422e-4a34-48dc-9493-7cfd64d9f380&customize_autosaved=on#:~:text=Em%20Bel%C3%A9m%2C%2080%2C12%25%20da%20popula%C3%A7%C3%A3o%20n%C3%A3o%20t%C3%AAm%20acesso%20a%20esgoto%20de%20forma%20adequada)
hipocrisia permanente, com povas a olhos vistos, sem pudor algum dos políticos brasileiros diante do mundo
O piNçador Matutildo, piNçou. . .
. . . algumas citações do promotor Roberto Livianu, do MP-SP (Ministério Público de São Paulo), e presidente do Inac (Instituto Não Aceito Corrupção, no artigo de Carla Jimenez e Rafael Neves, UOL, em São Paulo, 23/03/25, intitulado “Direita e esquerda ‘se beijam na boca’ para blindar corrupção, diz promotor”:
. . .
“A acusação feita ao ex-presidente e a muitas outras pessoas é de crimes contra a ordem democrática. É importante ter clareza sobre a gravidade. Ah, não, aquilo foi uma arruaça da tiazinha do Zap, de não sei o quê.. Foi-se o tempo em que golpes eram dados com tanques na rua, bombas, né? Hoje, os autocratas conquistam o poder pelo caminho da democracia e ao terem nas mãos o poder, eles vão minando os pilares democráticos por dentro. E assim praticam crimes contra a ordem democrática e é essa acusação que foi feita ao ex-presidente e isso será examinado no próximo dia 26.”
. . .
“A Lava Jato teve uma intenção, de combater a corrupção de grosso calibre. A leitura que eu faço é que cometeu muito mais acertos do que erros, e quem deve fazer a apreciação de condutas do ponto de vista ético são os órgãos de controle, não sou eu.”
. . .
“O que se sabe com clareza é que o ex-presidente Jair Bolsonaro, com muita ênfase, disse em campanha que daria todo apoio ao trabalho da operação Lava Jato. E entrou para a história como presidente da República que desativou a Lava Jato.”
. . .
“Bolsonaristas e petistas, além de outros grupos políticos, na hora que o tema é sucatear o combate à corrupção, eles se juntam. Não tem polarização. Eles se beijam na boca. Se juntam e se unem contra o combate à corrupção. Tudo isso representa uma grande aberração.”
. . .
Um dos ingredientes imprescindíveis para o controle da corrupção é a transparência. Você não consegue trabalhar o controle da corrupção sem transparência. A opacidade é um ingrediente altamente proveitoso para o corrupto. O corrupto se serve da opacidade. Opacidade é sinônimo de corrupção. Isso é histórico, isso é científico.”
. . .
“São R$ 50 bilhões [em emendas parlamentares] nesse esquema opaco. A quem cabe a gestão do orçamento público? Ao Executivo, e não ao Legislativo. O papel do Legislativo no mundo todo é debater projetos de lei, elaborar leis, fiscalizar o Executivo e não administrar o orçamento público.”
. . .
“Nos anos de 2023 e 2024 nós tivemos mais de 80% das decisões emanadas pelo Supremo de natureza monocrática. Me parece que esse número, por si só, é um número que deve inspirar preocupação por parte da sociedade, no meu ponto de vista. Tribunais são organismos dentro da visão completa do sistema de Justiça, nos quais se espera decisões colegiadas.”
. . .
“Eu também disse o mesmo que eu disse aqui, falando sobre essa escolha que o ministro. A entrevista foi ao ar, e 40 minutos depois recebi uma mensagem grosseira em que o senador Sérgio Moro reclamou dos ataques que eu fiz a ele?. Eu nunca me acovardei em toda a minha vida, não é agora que eu vou me acovardar.”
. . .
(+em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2025/03/23/entrevista-roberto-livianu-instituto-nao-aceito-corrupcao.htm)
Portanto. . .
enquanto existirem abnegados como o promotor Livianu, cujo cérebro brilha mais que a toga, nós, burros de cargas, ainda temos esperanças!
Matutando sobre a charge. . .
A imagem ilustra, normalmente, os orçamentos nas 3 esferas do poder executivo: peças fictícias!